A filosofia conservadora

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O conservadorismo é uma posição política-filosófica, alinhadas com o tradicionalismo e a transformação gradual, para ser mais específico seria uma reação contra revoluções, que por si só são mudanças abruptas.

O conservador baseia-se de costumes de uma sociedade, no sistema de crenças, político-institucional e determinado marco econômico.

.O “conservador” segue princípios e valores atemporais, reconhece que deve respeitar esses valores de acordo com a mudança histórica. Podemos citar como exemplo, a noção de uma ordem divina do universo (Deus), ou a de uma natureza humana universal e permanente.

Os conservadores acreditam que as melhores instituições políticas e sociais não são meras invenções feita pelo ser humano, mas é um resultado de uma processo de crescimento evolutivo ao longo da história humana.

O conservadorismo considera que um regime estável e duradouro só funciona se tiver constrangimentos introduzidos pelas tradições e hábitos na sociedade.

Os conservadores consideram que o individualismo e as promessas de liberdade irrestrita conduzem ao totalitarismo e ao estadismo: para os conservadores, a dissolução da sociedade realmente existente e das suas instituições tradicionais intermédias gera um vazio que abre caminho ao crescimento da máquina estatal; assim, o conservadorismo fazem a apologia desses corpos intermédios que são a família, igreja, comunidade local, etc… em oposição tanto ao individualismo como ao colectivismo e ao estadismo.

Na atualidade, nos Estados Unidos os conservadores sejam ou não ligados ao Partido Republicano já defende o Colégio Eleitoral (o presidente é eleito pelos estados e não pelos indivíduos). Na Inglaterra os conservadores não só os ligados ao Partido Conservador do Reino Unido tendem a defender o que está, como a defesa dos lordes hereditários.

Foto de Edmund Burke

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