George Soros “arruinou a vida de milhões de europeus”, disse o primeiro-ministro húngaro

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O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, em um discurso pungente no Parlamento Europeu na quarta-feira (26/04), afirmando o direito da Hungria de se autogovernar e defender suas ações contra a imigração e contra o especulador financeiro americano George Soros.

“Sei que o poder, tamanho e peso da Hungria é muito menor do que o do especulador financeiro, George Soros, que ataca a Hungria”, disse o primeiro-ministro Orbán.

“Apesar de ter arruinado a vida de milhões de europeus com suas especulações financeiras, de ter sido condenado na Hungria por especulações e de ser um inimigo do euro abertamente admitido, ele é tão elogiado que é recebido pelos principais líderes da UE”, continuou.

O discurso do primeiro-ministro baseou-se em comentários feitos em uma entrevista durante a Páscoa com Magyar Idők, na qual ele declarou os motivos por trás da desconfiança em relação a George Soros.

“Não pode haver privilégios especiais, e ninguém pode ficar acima da lei – nem mesmo George Soros”, disse o primeiro-ministro.

Através de suas organizações na Hungria, escondido do olhar público, Orbán disse: “George Soros está gastando um fortuna para apoiar a imigração ilegal”.

“Para atingir seus interesses, ele financia uma série de organizações de lobista, operando sob o disfarce da sociedade civil. Ele mantém uma rede regular, com seus próprios promotores, sua própria mídia, centenas de pessoas e sua própria universidade “.

“Creio que George Soros não deve ser subestimado: ele é um poderoso bilionário de enorme determinação que, quando se trata de seus interesses, não respeita nem Deus nem o homem”, completou Viktor Orbán.

Em seu discurso perante o Parlamento na quarta-feira, Orbán disse que a postura governo é contrária às intenções da Comissão Europeia em relação à imigração.

“Nossa posição é clara: não queremos, e não pensamos que esteja de acordo com as bases do tratado da União Europeia, aceitar os migrantes em nosso país de uma forma obrigatória”, disse ele. “A decisão sobre quem aceitaremos só pode ser feita pelos cidadãos húngaros.”

O primeiro-ministro disse que é importante notar que “George Soros e suas ONGs querem transportar um milhão de migrantes para a UE por ano. Ele pessoalmente, anunciou publicamente este programa e fornecerá um empréstimo financeiro para o país acolhedor.

“Nós rejeitamos isso”, disse Orbán.” Não queremos perder o direito à tarifação nacional para os serviços públicos, porque tememos que isso aumente o fardo das pessoas e, mais uma vez, levem a aumentos drásticos de preços, dos quais as famílias húngaras já sofreram bastante.

Quanto à regulamentação das organizações não-governamentais (ONGs), Orbán disse que a proposta húngara “segue o exemplo americano”.

A “pergunta complicada”, disse ele, é “como podemos criar uma transparecia para todos e regular os lobbies estrangeiros, financeiramente fortes, dispostos a influenciar uma tomada de decisão política”.

“A legislação húngara baseia-se no princípio da clareza e transparência. Nós não queremos nada mais do que ser capaz de saber das ONGs da onde vem o dinheiro e que tipo de interesses estão por trás delas. Isso não prejudica seus direitos constitucionais de ter suas vozes ouvidas, representarem seus interesses e serem capaz de se organizar livremente “, disse ele.

Orbán disse que os húngaros são a favor da “conversa direta” e rejeitar as tentativas de viverem sob um bordão do politicamente correto, quando as questões mais importantes para o país.

“Nós falamos de forma clara e sem ambiguidade, para que todos possam entender, mesmo sabendo que isso pode não agradar a todos”, disse ele. “Por outro lado, estamos irritados com a linguagem politicamente correta, incapaz de nomear as coisas pelo que elas são, o que tornou generalizada a vida pública europeia hoje em dia”.

Com informações de Breitbart

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