A importância do senso crítico e do Projeto Escola Sem Partido nas escolas

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Numa sociedade livre, as escolas deveriam funcionar como centros de produção e difusão do conhecimento, aberta ao maior número possível de perspectivas de investigação e assim, ser capaz de mostrar aos alunos a realidade.

No Brasil, entretanto, boa parte das escolas, tanto públicas, como particulares, lamentavelmente já não cumpre esse papel. Vítimas do assédio de grupos e correntes político-ideológicas com visões claramente unilaterais, essas escolas se transformaram, nos últimos anos, em meras caixas de ressonância das doutrinas e das agendas desses grupos e dessas correntes.

Hoje, o “politicamente correto” proíbe a menor menção vexatória a religiões, culturas, raças, opções sexuais. Mas não demonstra o menor escrúpulo em ridicularizar partidos políticos, lideranças e autores que não rezem segundo a cartilha esquerdizante. Os métodos de constrangimento vão do sorriso malicioso à perda de pontos por resposta discordante da doutrina do respectivo professor. No discurso se propaga a intenção de “formar o cidadão crítico”, na verdade a crítica já vem pronta, pré-fabricada, apontando os vilões e suas heróicas vítimas.

Prova que a doutrinação em salas de aula é um caso sério, veja o seguinte jornal, presente na apostila de História de uma grande rede de escolas:

“Como se conjuga um empresário: vendeu, ganhou, lucrou, lesou, explorou, burlou… convocou, elogiou, bolinou, estimulou, beijou, convidou… despiu-se… deitou-se, mexeu, gemeu, fungou, babou, antecipou, frustrou…”

Essa escola predispõe seus alunos contra o sistema de distribuição de riqueza que é a base dos sistemas democráticos, e não demonstra o outro ponto de vista para a análise crítica do estudante.

É certo que todos, cientistas, professores, jornalistas, políticos tem opiniões discordantes e isso que nos faz uma sociedade democrática. Mas quando se trata de educar nossos jovens, os educadores deveriam proporcionar diversas fontes e materiais contendo o maior número de opiniões possíveis, formando assim, cidadãos conscientes.

Ilustração de uma professora doutrinando seus alunos

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