Intervenção Militar para impedir o Comunismo, o Regime Militar (1964)

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Para recordar, de forma resumida, a situação do Brasil em 1964 era a seguinte: No dia 25 de agosto de 1961, o Brasil foi surpreendido pela carta de renúncia do então Presidente Jânio da Silva Quadros.
O Vice-Presidente da República, João Goulart (Jango), deveria substituir imediatamente Jânio Quadros, mas só não o fez porque estava em uma visita diplomática na República Popular da China, uma violenta ditadura comunista liderada por Mao Tse-Tung.

Grupos armados tentavam implantar no Brasil uma ditadura socialista similar à praticada em Cuba, conhecida por “ditadura do proletariado”, onde haviam sido treinados.

Na Presidência da República, João Goulart, no dia 13 de março de 1964, fez um comício em frente à Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, perante 300.000 pessoas e decretou a nacionalização das refinarias privadas de petróleo, a desapropriação de propriedades privadas às margens de ferrovias, segundo ele para a reforma agrária, e outras medidas tidas pelo povo brasileiro como “comunistas”, desencadeando então uma grave crise política e social no país.

Diversas greves e atentados eram praticados por todo o Brasil, especialmente pelos grupos armados comunistas brasileiros como o MR8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro), ao qual pertencia a atual Presidente da República Dilma Rousseff e seu ministro Franklin Martins. O MR8 praticou diversos crimes, sendo os mais famosos o roubo do cofre do então Governador de São Paulo Adhemar de Barros e o sequestro do embaixador americano Charles Elbrick.

Com o total apoio das mais diversas organizações da sociedade civil brasileira e da Igreja Católica, as Forças Armadas assumiram o poder político do Brasil no dia 01 de abril de 1964.

 

 

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