O que é o PSOL para falar de torturadores?

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Um dos fundadores do PSOL foi Achille Lollo, um italiano ex-terrorista de esquerda e ex-integrante do Potere Operaio (“Poder Operário”). Ele ateou fogo na casa de um gari, Mario Mattei, seu adversário político, queimando vivo dois de seus filhos, Stefano, de 8 anos de idade, e Virgilio, de 22 anos (estes que estão na foto). Incidente conhecido como rogo di primavalle.

Lollo foi condenado a 18 anos de prisão e fugiu para o Brasil, onde ajudou a fundar o PSOL. E o Brasil… bem, o Brasil negou sua extradição à Italia e Lollo viveu com conforto no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, até sua pena prescrever e ele ir embora, deixando aqui sua contribuição no PSOL. O mesmo, o Brasil fez o com Cesari Battisti, acusado de quatro homicídios na Itália, que também encontrou simpatia no PSOL, onde foi reverenciado até mesmo pelo Deputado Chico Alencar. O mesmo PSOL de Jean Wyllys, que fez questão de posar fantasiado de Che Guevara que, por sua vez, se vivo e no poder estivesse, faria qualquer militante do movimento LGBT sentir saudade de Jair Bolsonaro como adversário.

O PSOL é, ainda, o partido do Deputado Glauber Braga, aquele que durante a votação do impechment da Presidente Dilma, homenageou Marighella, fundador do grupo terrorista ALN e autor do manual do guerrilheiro urbano, que ajudou a implementar a luta armada de esquerda no Brasil e lutou do mesmo lado do VPR, COLINA e VAR Palmares. COLINA que, diga-se de passagem, contou com Dilma Rousseff como integrante, o mesmo grupo terrorista que explodiu o soldado Mario Kozel Filho, de 19 anos, que ocasionamente causou sua morte.

E já que o assunto é tortura, nunca é demais lembrar que Lamarca, também festejado pelo PSOL e amigo do homenageado Marighella, torturou e assassinou à coronhadas o tenente Alberto Mendes Jr, de 23 anos.

E agora, na maior desfaçatez, um partido criado por um incendiário de criança, vem reclamar de saudações à um suposto torturador, no mesmo evento em que homenageia Marighella e cospe em opositor acusado de ser ”defensor de torturador”. Mas nesse caso, cospe para o alto.

O PSOL em sua origem teve como colaborador de fundação um assassino, e seus integrantes são hipócritas que sempre festejaram terroristas e cerceadores da mesma liberdade que compõem o nome do próprio partido.

Stefano, de 8 anos de idade, e Virgilio, de 22 anos, mortos pelo terrorista Achille Lollo, um italiano, no qual foi um dos fundadores do partido do PSOL.

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