A rendição da Alemanha Nazista

7 de maio de 1945.

Há 71 anos, o general Alfred Jodl – representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler – assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas. De início, o objetivo do general Jodl era restringir os termos da rendição alemã apenas às forças que ainda lutavam contra os aliados ocidentais, mas o general Eisenhower exigiu a rendição completa de todas as forças alemãs. Caso a exigência não fosse aceita, Eisenhower fecharia toda a frente ocidental, deixando os alemães à mercê do Exército Vermelho.

Após alcançar sua extensão máxima em 1942, o Terceiro Reich começou a declinar e a sofrer grandes baixas. Após uma série de fracassos, motivados principalmente por delírios do ditador nazista e por suas interferências no exército alemão, o tão sonhado Reich nazista se via, em 1945, restrito à apenas uma fração do território originalmente alemão. Delirante com uma vitória impossível, Hitler, desobedecendo aos conselhos de todos os seus generais, optou por se manter em Berlim até o último minuto, provavelmente devido à sua política de “nunca recuar”.

Enclausurado em seu bunker e sendo alvo constante da artilharia soviética, Hitler cometeu suicídio no dia 30 de abril, deixando Joseph Goebbels como Chanceler e o Almirante Karl Dönitz como presidente. Goebbels se suicidou junto de sua família no dia seguinte. Após uma semana de luta por uma causa perdida, Jodl assinou, com o consentimento de Dönitz, o primeiro ato da capitulação alemã. Um dia depois, no dia 8 de maio, uma cerimônia foi realizada – exigência de Stalin – e uma nova ata foi assinada, garantindo a liquidação do Partido Nazista, o desarmamento alemão e a libertação dos prisioneiros de guerra.

Há exatos 71 anos, o general Alfred Jodl – representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler – assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas. De início, o objetivo do general Jodl era restringir os termos da rendição alemã apenas às forças que ainda lutavam contra os aliados ocidentais, mas o general Eisenhower exigiu a rendição completa de todas as forças alemãs. Caso a exigência não fosse aceita, Eisenhower fecharia toda a frente ocidental, deixando os alemães à mercê do Exército Vermelho.

Após alcançar sua extensão máxima em 1942, o Terceiro Reich começou a declinar e a sofrer grandes baixas. Após uma série de fracassos, motivados principalmente por delírios do ditador nazista e por suas interferências no exército alemão, o tão sonhado Reich nazista se via, em 1945, restrito à apenas uma fração do território originalmente alemão. Delirante com uma vitória impossível, Hitler, desobedecendo aos conselhos de todos os seus generais, optou por se manter em Berlim até o último minuto, provavelmente devido à sua política de “nunca recuar”.

Enclausurado em seu bunker e sendo alvo constante da artilharia soviética, Hitler cometeu suicídio no dia 30 de abril, deixando Joseph Goebbels como Chanceler e o Almirante Karl Dönitz como presidente. Goebbels se suicidou junto de sua família no dia seguinte. Após uma semana de luta por uma causa perdida, Jodl assinou, com o consentimento de Dönitz, o primeiro ato da capitulação alemã. Um dia depois, no dia 8 de maio, uma cerimônia foi realizada – exigência de Stalin – e uma nova ata foi assinada, garantindo a liquidação do Partido Nazista, o desarmamento alemão e a libertação dos prisioneiros de guerra.

7 de maio de 1945. Há 71 anos, o general Alfred Jodl – representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler – assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas.

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