A Semente do Mal em Brasília

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Por MARCELO RONDON*

Do mesmo modo que a boa semente gera bom fruto, o qual alimenta e conserva uma sociedade saudável, a má semente gera todo tipo de praga e comprometem a qualidade da colheita, causam fome e adoecem a sociedade. As duas sementes são muito parecidas quando ainda em germe, daí o ensinamento em Mateus 7, 16: “Pelos seus frutos os conhecereis. É possível alguém colher uvas de um espinheiro ou figos das ervas daninhas?”

Tramitam nas casas legislativas o que podemos chamar de semente do mal, e de toda ordem, que após plantadas, ou seja, aprovadas, se transformam em leis e então depois de algum tempo vamos colher os seus frutos, os resultados práticos de sua aplicação na sociedade. Em 2005, 63% dos brasileiros escolheram, em referendo, a liberdade para possuir armas, mas mesmo assim, contra a vontade da maioria, o programa de desarmar a população prosseguiu com toda força, com as campanhas para “devolver as armas” e com a criação de todo o tipo de dificuldades para adquiri-las. Passados dez anos quais foram os resultados? 70.000 homicídios por ano, um verdadeiro genocídio, um cenário de horror onde o cidadão de bem se tornou a vítima ideal para os marginais, estes sim permanecem armados e assaltando em segurança, pois lhes foi garantida, por lei, a não reação de suas vítimas.

Outro exemplo é o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, que prometia proteger as crianças de todo tipo de abuso e maus tratos dos malvados dos pais. Os resultados foram bem diferentes, nunca se viu tantos delinquentes juvenis como hoje em dia, alunos que agridem professores, filhos que matam os pais, adolescentes que lideram quadrilhas de traficantes, além do aumento exponencial de crimes cometidos por menores de idade. Bem se vê, até aqui, que nossos semeadores, parece não estarem sabendo escolher bem as sementes e nossos frutos até agora não tem sido nada bons.

Neste momento nossos sábios representantes optaram e lançaram uma terrível semente, que poderá ou não, ser homologada pelo Presidente da República, mas desta vez não tem como dizerem que não conhecem quais serão os frutos ou resultados, todos sabemos o que vem acontecendo na Europa, todos sabemos que água e óleo não se misturam, que duas culturas antagônicas não podem conviver no mesmo espaço. Os resultados são claros: os estupros coletivos, as agressões gratuitas, o terrorismo, os bairros separados, onde ninguém entra, nem a polícia. Esses são os resultados da imigração e esse é o fruto que iremos colher em breve, assim que a lei entrar em vigor, e ser liberada a entrada indiscriminada de imigrantes.

Nós brasileiros queremos isso? Será que já não temos problemas demais, para trazer outros de fora? Com a nova lei de imigração, que está a um passo de ser aprovada, legiões de “refugiados”, com costumes diferentes dos nossos, irão chegar e teremos que dividir nosso espaço com um povo que nos odeia do fundo de suas almas, um povo que tem por mandamento divino matar qualquer um que não siga e aprove as suas regras e sua religião. Nesta lei, os estrangeiros terão os mesmos direitos dos brasileiros natos, poderão prestar concurso público, receber benefícios do estado, utilizar o sistema único de saúde, realizar manifestações políticas e também fundar partidos políticos e tantas outras coisas que muitas das vezes, mal atende a nós mesmos.

Nós devemos pedir ao Presidente Temer que não homologue esta lei, não permita que mais esta semente do mal seja gerada no seio de nossa amada pátria. Será que ainda acreditamos que vamos colher uvas nos espinheiros ou figos nas ervas daninhas?

*Administrador e Aluno do COF (Curso On-Line de Filosofia)

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