Trecho de “Grande Projeto Nacional” de 1994 assinado por Enéas Carneiro

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Trecho de “Grande Projeto Nacional” de 1994 assinado por Enéas Carneiro, fundador do extinto PRONA:

*Sobre o menor abandonado.

Pelo aniquilamento moral a que são submetidos, vão perdendo, pouco a pouco, o respeito por si mesmos.

A partir de um certo instante, não há como exigir deles que respeitem uma outra pessoa, porque a sua dignidade humana já terá sido perdida, de modo irreversível.

O ódio acirrado contra a sociedade cujos filhos têm casa, comida, vestuário, educação e lazer vai transformá-los, cedo ou tarde, em delinquentes perigosíssimos, que matarão por um relógio ou uma pulseira.

Existem centenas de organizações, projetos, instituições, programas, todos recebendo verbas astronômicas, inclusive do exterior, para cuidar do menor abandonado.

Instituiu-se uma verdadeira indústria, a indústria do menino de rua.

Na edição de junho de 1994, a revista Catolicismo, à página 4, comenta que, segundo a Sra. Alda Marco Antônio, Presidente do Centro Brasileiro para a Infância e Adolescência (CBIA), existem verdadeiras quadrilhas, até com ramificações internacionais, disfarçadas em organizações não-governamentais (ONGs) de apoio ao menor carente.

Segundo a mesma reportagem, “a quase totalidade das (ONGs) de apoio ao menor não declara as contribuições externas, como manda a lei. Pior, não se conhece o destino do dinheiro arrecadado.”

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