Os 8 livros que mostram como a mídia manipula o pensamento de massa

A mídia tornou-se o quarto poder, um instrumento de revolução cultural e guerra semântica.

Desinformação – Ion Mihai Pacepa

Embora o título seja convidativo a temática Fake News, Desinformação vai muito além disso. Escrito por Ex-Chefe de espionagem da Securitate, a polícia secreta da Romênia comunista. O livro demonstra, através de exemplos concretos tirados da história mundial recente, que, ao contrário do que geralmente se imagina a princípio, desinformar e informar mal não são a mesma coisa: a desinformação é uma ação estratégica, que inclusive foi e continua sendo utilizada em larga escala por serviços de inteligência para transformar a maneira como o homem e as sociedades interpretam os acontecimentos e a realidade.

O Dever de Insultar – Olavo de Carvalho

Nesta magnifica obra, Olavo de Carvalho demonstra em seus artigos, como a mídia é paga para não informar. Com artigos escritos em 2010, Olavo previu diversos eventos históricos os quais a grande mídia tentou desestabilizar, como por exemplo a eleição de Donald Trump. Nele, encontramos não apenas o noticiário faltante em nossa imprensa sobre o que acontece nos EUA, mas longas análises da situação política brasileira, da conjuntura internacional e não raras lições de filosofia e ciências humanas.

Apoteose da Vigarice – Olavo de Carvalho

Assim como em O Dever de Insultar, Apoteose da Vigarice reúne os artigos escritos em 2005. O leitor encontrará nessas páginas as notícias que a nossa grande imprensa não deu, além de exposições da política americana e mundial que por aqui não se viu, algumas análises da cultura brasileira e também lições de ciência política nas quais jamais se pensou, tudo fundamentado nos princípios de uma filosofia que o autor vem desenvolvendo há pelo menos duas décadas.

A tomada do Brasil pelos maus brasileiros – Percival Puggina

Os textos oferecem uma visão sobre os problemas nacionais de uma forma tão distante do padrão jornalístico atual quanto próxima da percepção do povo brasileiro. Percival rompe com o jornalismo hegemonicamente de esquerda, e narra a história dos eventos políticos entre 2011 a 2015. Da revolução cultural ao desarmamento civil, das decisões do STF à Comissão da Verdade, de Marx a Lula, passando por Foro de São Paulo, Partido dos Trabalhadores e Teologia da Libertação.

A Espiral do Silêncio – Noelle-Neumann

Noelle-Neumann propõe neste importante livro, a teoria da espiral do silêncio, uma abordagem fundamental para a análise da relação entre os meios de comunicação e o controle social. Com base na sua teoria, a autora acertou todas as previsões eleitorais na Alemanha. Nesta obra, estuda-se a opinião pública como uma forma de controle social no qual os indivíduos adaptam seu comportamento às atitudes predominantes sobre o que é ou não aceitável.

A transformação social – Cristian Derosa

A mudança da função informativa do jornalismo para a pretensão da transformação é o tema deste livro. Trata-se do novo paradigma das ciências sociais, resultado de um longo desenvolvimento, mas também de uma articulação de longo prazo empreendida por elites econômicas e intelectuais motivadas por suas utopias de um mundo melhor. Por meio do controle das paixões e emoções humanas foi sendo empreendida uma verdadeira engenharia social.

A Nova Era e a Revolução Cultural – Olavo de Carvalho

“A ‘Nova Era’ da qual Fritjof Capra se tornou festejado porta-voz e a ‘Revolução Cultural’ de Antonio Gramsci têm algo em comum: ambas pretendem introduzir no espírito humano modificações vastas, profundas e irreversíveis. Ambas convocam à ruptura com o passado, e propõem à humanidade um novo céu e uma nova terra. A primeira vem alcançando imensa repercussão nos círculos científicos e empresariais brasileiros. A segunda, sem fazer tanto barulho, exerce há três décadas uma influência marcante no c urso da vida política e cultural neste país. Nenhuma das duas foi jamais submetida ao mais breve exame crítico. Aceitas por mera simpatia à primeira vista, penetram, propagam-se, ganham poder sobre as consciências, tornam-se forças decisivas na condução da vida de milhões de pessoas que jamais ouviram falar delas, mas que padecem os efeitos do seu impacto cultural.

O Jardim das Aflições – Olavo de Carvalho

A tese fundamental deste monumental ensaio é a de que a história do ocidente é marcada pela ideia de Império e de suas sucessivas tentativas de reestruturação; mesmo com roupagens diferentes, há sempre o mesmo objetivo: ampliar os domínios do Império até os limites do mundo visível. Essa é talvez a obra mais comentada e menos encontrada de Olavo de Carvalho.  Se é necessário rever essa tese, avaliar em que pontos ela se articula com o cenário político e social do mundo atual, é uma das questões que o próprio autor responde no posfácio inédito.

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