10 Livros para vencer a Guerra Cultural

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Desinformação Ion Mihai Pacepa

Ex-chefe de espionagem Ion Mihai Pacepa revela estratégias secretas para solapar a liberdade, atacar a religião e promover o terrorismo afim de derrubar e desestabilizar governos. Ele demonstra, através de exemplos concretos tirados da história mundial recente, que, ao contrário do que geralmente se imagina a princípio, desinformar e informar mal não são a mesma coisa: a desinformação é uma ação estratégica, que inclusive foi e continua sendo utilizada em larga escala por serviços de inteligência para transformar a maneira como o homem e as sociedades interpretam os acontecimentos e a realidade.

A Nova Era e a Revolução Cultural – Olavo de Carvalho

O livro que pode certamente conceder à Olavo de Carvalho, o título de profeta da política e cultura brasileira. Nesse livro Olavo demonstra com precisão como funciona e quais são os efeitos a longo prazo do Gramscismo. “A ‘Nova Era’ da qual Fritjof Capra se tornou festejado porta-voz e a ‘Revolução Cultural’ de Antonio Gramsci têm algo em comum: ambas pretendem introduzir no espírito humano modificações vastas, profundas e irreversíveis. Ambas convocam à ruptura com o passado, e propõem à humanidade um novo céu e uma nova terra. A primeira vem alcançando imensa repercussão nos círculos científicos e empresariais brasileiros. A segunda, sem fazer tanto barulho, exerce há três décadas uma influência marcante no c urso da vida política e cultural neste país. Nenhuma das duas foi jamais submetida ao mais breve exame crítico. Aceitas por mera simpatia à primeira vista, penetram, propagam-se, ganham poder sobre as consciências, tornam-se forças decisivas na condução da vida de milhões de pessoas que jamais ouviram falar delas, mas que padecem os efeitos do seu impacto cultural.

A Rebelião das MassasJosé Ortega y Gasset

Um dos livros mais recomendados por Olavo de Carvalho. A rebelião das Massas é um ensaio filosófico brilhante, um dos livros mais importantes do século XX. O autor coloca em questão os conceitos de homem-massa, razão histórica e governo mundial. Para o público brasileiro, o ensaio de Ortega y Gasset, acidentalmente político, mas essencialmente filosófico, talvez tenha mais a dizer hoje do que em qualquer outro período da história nacional.

Introdução à Nova Ordem Mundial – Alexandre Costa

Olavo de Carvalho “Ler Introdução à Nova Ordem Mundial é como tomar a pílula vermelha de Matrix: absolutamente perturbador… e sem volta!”. – Flabia Barros Ximenes “Frente a uma realidade diferente do esperado, inferior aos anseios ou mesmo quando oposta ao consenso, as pessoas tendem a reagir de duas maneiras diferentes, que costumam corresponder a traços da sua personalidade e do seu caráter. A forma correta de reação, no meu entender, é aquela que procura primeiro compreender a mensagem para então remetê-la à experiência pessoal e à realidade.

O Futuro do Pensamento Brasileiro – Olavo de Carvalho

Qual é o nosso futuro? Qual é o nosso legado intelectual? Nesta breve porém profunda coletânea de estudos, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho avalia a tradição do pensamento brasileiro, aponta as lacunas e os pilares que a constituem e esboça um sombrio prognóstico. Um das maiores críticas ao vazio intelectual brasileiro.

Dez Maneiras de Destruir a Imaginação do Seu FilhoAnthony Esolen

Anthony Esolen demonstra neste livro por que o modelo de educação infantil contemporâneo não só é ineficiente na criação de um adulto maduro, como é nocivo às faculdades mentais da criança, especialmente à imaginação. Mais do que um diagnóstico assombrosamente preciso dos desastres pedagógicos implementados sistematicamente ao longo das últimas décadas (não só nos EUA), o autor ainda indica o que eles têm em comum — em suma, o ataque à faculdade imaginativa da criança — e os procedimentos para reverter o quadro. Para quem quer que deseje saber como não criar os seus filhos, esta leitura é urgente.

A Imaginação EducadaNorthrop Frye

Neste livro o leitor descobrira o que é a literatura, de que adianta ensiná-la, como se deve ensiná-la – desde qual idade e começando por quais livros –, qual é o valor social, político e religioso do estudo da literatura, qual é o lugar da imaginação no processo de aprendizagem, para que outras coisas serve a imaginação, se é necessário – antes, se é possível – educá-la, e do que é capaz uma imaginação educada. Mais do que algumas dicas para aplicar a esmo, o leitor encontrará nesta obra toda uma concepção de ensino, de literatura e de mundo capaz de orientar um processo pedagógico desde a base.

Psicologia do SubdesenvolvimentoJ. O. de Meira Penna

Uma análise magistral sobre a alma do brasileiro, dissecando os elementos que a formam e as tendências e traços que lhe são característicos. Segundo Roberto Campos: “A posição do autor quanto ao problema brasileiro é muito clara. O brasileiro é um tipo afetivo e intuitivo. É dessa constatação inicial e da definição da coletividade brasileira como uma ‘sociedade erótica’ que ele parte para a análise de nossas dificuldades coletivas no terreno da economia, da política e das grandes decisões objetivas”.

O Outro Lado do Feminismo Suzanne Venker

Rejeitar o feminismo significa rejeitar a igualdade para as mulheres? Não, porque não é disso que trata o feminismo. Rejeitar o feminismo significa reconhecer que as mulheres não precisam do feminismo para fazê-las iguais aos homens porque já são iguais a eles – elas e eles apenas não são o mesmo. Reconhecer que o feminismo falhou em sua missão, que é baseado em premissas e argumentos falsos, e que ele leva a uma barreira entre homens e mulheres, e até mesmo entre mulheres e mulheres, é um primeiro passo para se recuperar. E cabe às mulheres sensatas pôr um fim nisso tudo.

Invasão Vertical dos Bárbaros – Mario Ferreira dos Santos

Um manifesto sobre como hoje se dá a tragédia da condição humana esmagada sob a bota da superficialidade, um modo da barbárie. Como todo manifesto, tem uma marca: a urgência em passar uma ideia. Neste caso, a denúncia da invasão da barbárie. Como toda urgência, corre riscos de ser mal entendido devido à superficialidade que acomete quase todo manifesto e quase toda denúncia. Mas o mau entendimento com relação à obra de Mário Ferreira dos Santos é quase um pecado porque ele, talvez mais do que a maioria dos filósofos brasileiros, era profundo como um abismo e, às vezes, manifestos escondem esses abismos, mas este não é o caso.

 

 

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