O Preço da Vida no Brasil

Quase tudo nessa vida têm um preço. Das coisas mais simples e comuns às mais complexas e belas que há nesse mundo, há um preço. Mas há coisas em que não podemos por à venda, que não podemos barganhar por outras, e muito menos esquecer ou deixar de lado.

Uma dessas coisas é o custo para se viver. O custo/preço que cada ocidental deverá pagar para se viver, para ter e usufruir de uma constante e plena paz individual, gozar de certa tranquilidade e liberdade, é a eterna vigília da democracia1. Só assim, com um acompanhamento constante e sábio da política, o povo não terá sua cultura, fé, literatura, e, principalmente, sua liberdade ameaçada e cerceada por nenhuma pessoa, grupo ou ideologia.

Lá na antiga Grécia, o berço das maiores ideias que já existiram nesse planeta, o grande filósofo Platão disse certa feita: “O preço a pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem é inferior”.

Do século IV até o século XXI, isso não mudou em nada, nem mudará tão cedo. Podemos ver, nesse transpassar da história humana, que a lenta e constante degeneração da civilização ocidental legou aos povos “grandes lideres”, os quais usaram e abusaram da psicopatia e do mau-caratismo para destruir tudo rapidamente, demolir com o que demorou décadas e décadas para se conquistar. Não poupou  ninguém nem a si mesmo.

Infelizmente, ou felizmente, o povo brasileiro não dá a mínima atenção aos mandos e desmandos do governo central. Não faltam exemplos na história desse “rebeldismo” contra o poder. Um exemplo recente e aterrorizante desses casos que há no nosso país foi a proibição do sal nas mesas dos bares, restaurantes, lanchonetes e similares.  Na crença burra e vil do governo federal, estadual e municipal, o sal na mesa incentivaria o uso exagerado do mesmo.

Quando vamos procurar a razão da defesa dessas medidas totalitárias e estúpidas, encontramos isso: “O objetivo da proposta é evitar o consumo de sal entre a população, como uma forma de prevenção de doenças2”. Quem lê isso de cara, não deixa de rir. Mas depois de passado o riso, a tristeza vem num só golpe: a tristeza de sermos governados por asnos, os quais acham que estão lidando com crianças, e que se sentem no legítimo direito total de mandar e desmandar, de controlar toda sua vida, de dizer como você deve comer e qual quantia você deve comer. Para isso, basta lembrar o regime comunista cubano, onde a comida é racionada. A dona de casa não pode passar da cota mensal estipulada pelo governo, e, dentre outras coisas, não pode comprar mais que alguns ovos e alguns quilos de carne durante o mês.

São medidas desse naipe, através das quais o Estado e seus asseclas tentam transformar o Brasil num país insano, fora da realidade, um país de incapazes, etc. A partir desses mandos e desmandos imbecis e humorísticos, o governo sempre visa suprimir mais e mais a liberdade individual, e potencializar a loucura pelo país afora, aumentando ainda mais sua força e seu controle, sendo que o mesmo não cumpre nem com suas obrigações básicas,   tais como a saúde, a segurança pública, a educação, entre outros serviços, os quais beneficiariam positivamente a população em geral.

O Estado

quer até controlar o que você usa e deixa de usar na sua comida.  Tá aí, na cara dura, a essência tirânica, explícita e descarada, a qual objetiva o controle total sobre todos, e trabalha constantemente para isso.

Bibliografia:

1. O Nascimento da Democracia Ateniense, de Chester G. Starr.

2. http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2016/06/guaruja-sp-proibe-sal-de-cozinha-em-mesas-de-bares-e-restaurantes.html

3. A Mão Pesada do Estado, em: http://salomaocampina.blogspot.com.br/2016/03/a-mao-pesada-do-estado.html

Por – Salomão Campina

 

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