Outra Versão

O resultado das guerras são normalmente narrado pelo vencedor, que transforma o oponente em demônio e aos seus em herói.

 

No Brasil houve uma guerra subterrânea travada entre militantes comunistas e órgãos institucionais (como as polícias e as forças armadas), disparada em 1935 com a Intentona Comunista e que até hoje vem sendo travada.
No início da Década de 1970 algumas batalhas dessa guerra aconteceram e foram narradas por escritores da esquerda, criando versões distorcidas da realidade, usando e abusando da vitimização para gerar heróis comunistas. Aqui os perdedores contaram a estória a seu modo.
O romance GILBERTO: o menino do Doi-Codi é uma ficção histórica que em certos trechos fala de fatos ocorridos com personagens fictícios e em outros, apresenta personagens reais em situações fictícias, chegando aos estremos em algum caso, tendo gente de verdade em fato real e na outra ponta um personagem vivendo uma situação também fictícia.
O livro narra a trajetória de Gilberto, da primeira missão, como atirador de elite contra o terrorismo de esquerda até a volta da Operação Peixe na Guerrilha do Araguaia. A obra narra a epopeia de um moleque da Baixada Fluminense e traz uma caixa de surpresa para o leitor, onde o final nem sempre é feliz.
O pré-lançamento aconteceu este mês nas redes sociais, a página do livro está no Facebook https://www.facebook.com/Gilberto.o.menino.doi.codi/ Para adquirir o livro use o botão COMPRAR AGORA.
A Livraria Nobel, de Ubatuba, começou a comercializar a obra em sua loja na Rua Guarani. O lançamento está sendo planejado pelo autor que passou mais de trinta anos na Academia, estudando e pesquisando Informática e Educação, e após sua aposentadoria materializou um sonho há muito acalentado: tornar-se um contador de estórias.


Por – Ruy Ferreira

 

CURTA O CONSERVADORISMO DO BRASIL NO FACEBOOK

COMENTÁRIOS