12 Livros para você entender a ameaça do Globalismo

Invasão Vertical dos Bárbaros – Mario Ferreira dos Santos

O livro que você tem em mãos é um manifesto sobre como hoje se dá a tragédia da condição humana esmagada sob a bota da superficialidade, um modo da barbárie. Como todo manifesto, tem uma marca: a urgência em passar uma ideia. Neste caso, a denúncia da invasão da barbárie. Como toda urgência, corre riscos de ser mal entendido devido à superficialidade que acomete quase todo manifesto e quase toda denúncia. Mas o mau entendimento com relação à obra de Mário Ferreira dos Santos é quase um pecado porque ele, talvez mais do que a maioria dos filósofos brasileiros, era profundo como um abismo e, às vezes, manifestos escondem esses abismos, mas este não é o caso. Talvez um modo de compreender a barbárie que dá título a este livro seja exatamente este: Mário Ferreira dos Santos se recusa a esconder o abismo sobre o qual se dá a experiência humana e mostra como é urgente que cuidemos dele.

Desinformação – Ion Mihai Pacepa

Principal obra sobre o assunto, este livro muda completamente o modo como o leitor compreende os serviços de inteligência, as relações internacionais e a imprensa. Ele demonstra, através de exemplos concretos tirados da história mundial recente, que, ao contrário do que geralmente se imagina a princípio, desinformar e informar mal não são a mesma coisa: a desinformação é uma ação estratégica, que inclusive foi e continua sendo utilizada em larga escala por serviços de inteligência para transformar a maneira como o homem e as sociedades interpretam os acontecimentos e a realidade.

Introdução à Nova Ordem Mundial – Alexandre Costa

Frente a uma realidade diferente do esperado, inferior aos anseios ou mesmo quando oposta ao consenso, as pessoas tendem a reagir de duas maneiras diferentes, que costumam corresponder a traços da sua personalidade e do seu caráter. A forma correta de reação, no meu entender, é aquela que procura primeiro compreender a mensagem para então remetê-la à experiência pessoal e à realidade. A outra forma de encarar o espanto de se deparar com um mundo diferente do que seus gurus insistem em repetir é desprezar a mensagem antes mesmo de conhecê-la e, assim que possível, pregar-lhe o rótulo de ‘teoria da conspiração’. Para os primeiros acredito que o livro possa ser útil de alguma forma.

Dez Maneiras de Destruir a Imaginação do Seu Filho – Anthony Esolen

O professor Anthony Esolen demonstra neste livro por que o modelo de educação infantil contemporâneo não só é ineficiente na criação de um adulto maduro, como é nocivo às faculdades mentais da criança, especialmente à imaginação. Mais do que um diagnóstico assombrosamente preciso dos desastres pedagógicos implementados sistematicamente ao longo das últimas décadas (não só nos EUA), o autor ainda indica o que eles têm em comum — em suma, o ataque à faculdade imaginativa da criança — e os procedimentos para reverter o quadro. Para quem quer que deseje saber como não criar os seus filhos, esta leitura é urgente.

O Jardim das Aflições: De Epicuro à ressurreição de César: ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil – Olavo de Carvalho

A tese fundamental deste monumental ensaio é a de que a história do ocidente é marcada pela ideia de Império e de suas sucessivas tentativas de reestruturação mesmo com roupagens diferentes, há sempre o mesmo objetivo: ampliar os domínios do Império até os limites do mundo visível.Essa é talvez a obra mais comentada e menos encontrada de Olavo de Carvalho. Sua reedição agora, no vigésimo aniversário da primeira publicação, é um presente: O Jardim das Aflições tem, para muitos dos que acompanham o lúcido e incansável trabalho do autor, estatura de obra prima.Se é necessário rever essa tese, avaliar em que pontos ela se articula com o cenário político e social do mundo atual, é uma das questões que o próprio autor responde no posfácio inédito.

Os Eua e a Nova Ordem Mundial – Olavo de Carvalho

Quais são os fatores e os atores históricos, políticos, ideológicos e econômicos que definem atualmente a dinâmica e a configuração do poder no mundo e qual a posição dos Estados Unidos da América no que é conhecido como Nova Ordem Mundial?Essa é a pergunta que o cientista político russo Alexandre Dugin e o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho procuram responder nesse debate, que atingiu momentos acalorados e polêmicos. Partindo de posições radicalmente diversas, cada autor esclarece como vê o atual conflito de interesses no plano internacional, elucidando quem são seus principais atores e quais as forças e objetivos envolvidos. No final, os dois debatedores não chegam a um acordo e o grande vencedor é o leitor, que sai do debate com uma visão mais abrangente da política internacional e da luta pelo poder que está sendo travada para a formação da Nova Ordem Mundial.

Contra o Cristianismo: A ONU e a União Européia como Nova Ideologia – Eugenia Roccella

Um olhar, ainda que seja parcial, sobre tudo o que está acontecendo, faz descobrir um mundo que, inclusive por medo do fundamentalismo islâmico, parece querer substituir toda tradição religiosa por uma ética laica fundada nos direitos humanos, concebidos como negociáveis ou modificáveis. É uma ética que tende a se configurar como religião, que compreende e supera todas as demais, e que deveria garantir o progresso universal e a convivência pacífica de qualquer forma de diversidade.No entanto, a própria recusa em mencionar as raízes cristãs do Velho Continente na Constituição Européia é um sintoma inquietante de uma situação muito generalizada sobre a condição dos direitos humanos, esses mesmos direitos aos quais todas as organizações internacionais fazem referência, mas que, ao longo dos anos, foram perdendo sua característica originária de código ético e também o seu vínculo com a Revelação judaico-cristã.Pouco a pouco os direitos humanos se converteram na base ideológica de um relativismo totalitário que busca eliminar toda e qualquer referência a um direito natural. Ergue-se, assim, uma espécie de religião laica, sem um fundamento superior ao qual se possa recorrer em caso de conflitos. Insinua-se como fundamentada em si mesma para estabelecer as normas de organização de uma nova consciência coletiva que, carente de valores sólidos, é sempre modificada conforme as oportunidades e conveniências.

A Imaginação Educada Northrop Frye

Este livro é uma transcrição de seis palestras dadas pelo autor a uma emissora de rádio canadense na década de 1960.

Nele, Northrop Frye – um dos mais notáveis, aclamados e influentes teóricos da literatura do século XX – discorre sobre o que é a literatura, de que adianta ensiná-la, como se deve ensiná-la – desde qual idade e começando por quais livros –, qual é o valor social, político e religioso do estudo da literatura, qual é o lugar da imaginação no processo de aprendizagem, para que outras coisas serve a imaginação, se é necessário – antes, se é possível – educá-la, e do que é capaz uma imaginação educada.

Mais do que algumas dicas para aplicar a esmo, o leitor encontrará nesta obra toda uma concepção de ensino, de literatura e de mundo capaz de orientar um processo pedagógico desde a base.

Violência e Armas Joyce Lee Malcolm

Por trás do polêmico debate sobre o controle de armas de fogo, emergem suposições sobre a relação entre armas e violência. Existe, de fato, a crença que uma sociedade mais armada significa necessariamente uma sociedade mais violenta. Tal pressuposto justifica as rígidas legislações de controle de armas de fogo. Mas isto corresponde à realidade?
Ao investigar um assunto tão complexo e controverso, Joyce Lee Malcolm apresenta um provocante estudo histórico sobre a sociedade inglesa, desde a Idade Média até o século XX, que analisa mudanças de atitudes frente à criminalidade e suas punições, o impacto da guerra, variações econômicas e também as modificações nos códigos penais. Malcolm destaca o nível de crimes à mão armada na Inglaterra antes das modernas leis restritivas ao porte de armas de fogo, as limitações por elas impostas, e se essas medidas foram ou não bem-sucedidas na redução dos índices criminais.

Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento – Bene Barbosa

Aos que já conhecem o assunto, o livro oferece ótimas referências e informações precisas aos que não têm opinião formada, ou àqueles cujo conhecimento é restrito à mídia e às campanhas do governo, o livro é um ponto de inflexão, um divisor de águas, com sua clareza e assertividade. Com uma linguagem direta e um ritmo agradável, Mentiram para mim sobre o desarmamento é leitura mais que necessária para todos os que defendem as liberdades inegociáveis dos indivíduos. Numa época de recrudescimento de tantos regimes totalitários, é uma mensagem imprescindível e um alerta essencial.

O Eixo do Mal Latino-Americano – Heitor de Paola

Um mega-esquema, que tem sido arquitetado por muitas décadas, inclui projetos nefastos de reengenharia psicossocial de alcance global, liderado por uma elite anti-cristã, sem escrúpulos, com uma grande rede de apoio incluindo bilionários metacapitalistas. A assim chamada “Nova Ordem Mundial”. Com algumas agendas comuns, os revolucionários neo-comunistas prontos a dominar um continente inteiro, de uma aliança sombria disposta a ” América Latina perdida na Europa de Leste “com o desmantelamento da União Soviética: o Fórum de São Paulo, pilar do Eixo do Mal Latino-Americano. Para entender o papel do Brasil nesta peça, bem como os riscos que a nação brasileira corre, a obra de Heitor De Paola é indispensável. O envolvimento existencial do autor, o resgate da avaliação histórica e política de fatos decisivos do século XX, a clareza na exposição das conexões entre fatos e agentes históricos, além da notória erudição de Heitor De Paola, fazem do Eixo Do Mal Latino-Americano e da Nova Ordem Mundial “não é apenas um antídoto para a alienação ideológica, mas um tributo à excelência intelectual e à responsabilidade histórica.

O Foro de São Paulo – Graça Salgueiro

Neste primeiro livro, do que se espera seja uma série de muitos, aborda com maestria e profundidade de conhecimentos o que ela mesma chama de “a maior e mais perigosa organização revolucionária das Américas”. Ninguém mais qualificada para fazê-lo. O leitor pode estar certo de que estará lendo não as costumeiras chutações de que nosso País é pródigo, mas o resultado de muito estudo e dedicação, do que nosso País carece. 

 

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