16 Livros que explicam a crise moral e política no Brasil

Invasão Vertical dos Bárbaros – Mario Ferreira dos Santos

O livro que você tem em mãos é um manifesto sobre como hoje se dá a tragédia da condição humana esmagada sob a bota da superficialidade, um modo da barbárie. Como todo manifesto, tem uma marca: a urgência em passar uma ideia. Neste caso, a denúncia da invasão da barbárie. Como toda urgência, corre riscos de ser mal entendido devido à superficialidade que acomete quase todo manifesto e quase toda denúncia. Mas o mau entendimento com relação à obra de Mário Ferreira dos Santos é quase um pecado porque ele, talvez mais do que a maioria dos filósofos brasileiros, era profundo como um abismo e, às vezes, manifestos escondem esses abismos, mas este não é o caso. Talvez um modo de compreender a barbárie que dá título a este livro seja exatamente este: Mário Ferreira dos Santos se recusa a esconder o abismo sobre o qual se dá a experiência humana e mostra como é urgente que cuidemos dele.

Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento – Bene Barbosa

Aos que já conhecem o assunto, o livro oferece ótimas referências e informações precisas aos que não têm opinião formada, ou àqueles cujo conhecimento é restrito à mídia e às campanhas do governo, o livro é um ponto de inflexão, um divisor de águas, com sua clareza e assertividade. Com uma linguagem direta e um ritmo agradável, Mentiram para mim sobre o desarmamento é leitura mais que necessária para todos os que defendem as liberdades inegociáveis dos indivíduos. Numa época de recrudescimento de tantos regimes totalitários, é uma mensagem imprescindível e um alerta essencial.

O Eixo do Mal Latino-Americano – Heitor de Paola

Um mega-esquema, que tem sido arquitetado por muitas décadas, inclui projetos nefastos de reengenharia psicossocial de alcance global, liderado por uma elite anti-cristã, sem escrúpulos, com uma grande rede de apoio incluindo bilionários metacapitalistas. A assim chamada “Nova Ordem Mundial”. Com algumas agendas comuns, os revolucionários neo-comunistas prontos a dominar um continente inteiro, de uma aliança sombria disposta a ” América Latina perdida na Europa de Leste “com o desmantelamento da União Soviética: o Fórum de São Paulo, pilar do Eixo do Mal Latino-Americano. Para entender o papel do Brasil nesta peça, bem como os riscos que a nação brasileira corre, a obra de Heitor De Paola é indispensável. O envolvimento existencial do autor, o resgate da avaliação histórica e política de fatos decisivos do século XX, a clareza na exposição das conexões entre fatos e agentes históricos, além da notória erudição de Heitor De Paola, fazem do Eixo Do Mal Latino-Americano e da Nova Ordem Mundial “não é apenas um antídoto para a alienação ideológica, mas um tributo à excelência intelectual e à responsabilidade histórica.

O Foro de São Paulo – Graça Salgueiro

Neste primeiro livro, do que se espera seja uma série de muitos, aborda com maestria e profundidade de conhecimentos o que ela mesma chama de “a maior e mais perigosa organização revolucionária das Américas”. Ninguém mais qualificada para fazê-lo. O leitor pode estar certo de que estará lendo não as costumeiras chutações de que nosso País é pródigo, mas o resultado de muito estudo e dedicação, do que nosso País carece. 

O Dever de Insultar – Olavo de Carvalho

Nesta magnifica obra, Olavo de Carvalho demonstra em seus artigos, como a mídia é paga para não informar. Com artigos escritos em 2010, Olavo previu diversos eventos históricos os quais a grande mídia tentou desestabilizar, como por exemplo a eleição de Donald Trump. Nele, encontramos não apenas o noticiário faltante em nossa imprensa sobre o que acontece nos EUA, mas longas análises da situação política brasileira, da conjuntura internacional e não raras lições de filosofia e ciências humanas.

Apoteose da Vigarice – Olavo de Carvalho

Assim como em O Dever de Insultar, Apoteose da Vigarice reúne os artigos escritos em 2005. O leitor encontrará nessas páginas as notícias que a nossa grande imprensa não deu, além de exposições da política americana e mundial que por aqui não se viu, algumas análises da cultura brasileira e também lições de ciência política nas quais jamais se pensou, tudo fundamentado nos princípios de uma filosofia que o autor vem desenvolvendo há pelo menos duas décadas.

A tomada do Brasil pelos maus brasileiros – Percival Puggina

Os textos oferecem uma visão sobre os problemas nacionais de uma forma tão distante do padrão jornalístico atual quanto próxima da percepção do povo brasileiro. Percival rompe com o jornalismo hegemonicamente de esquerda, e narra a história dos eventos políticos entre 2011 a 2015. Da revolução cultural ao desarmamento civil, das decisões do STF à Comissão da Verdade, de Marx a Lula, passando por Foro de São Paulo, Partido dos Trabalhadores e Teologia da Libertação.

A Espiral do Silêncio – Noelle-Neumann

Noelle-Neumann propõe neste importante livro, a teoria da espiral do silêncio, uma abordagem fundamental para a análise da relação entre os meios de comunicação e o controle social. Com base na sua teoria, a autora acertou todas as previsões eleitorais na Alemanha. Nesta obra, estuda-se a opinião pública como uma forma de controle social no qual os indivíduos adaptam seu comportamento às atitudes predominantes sobre o que é ou não aceitável.

A transformação social – Cristian Derosa

A mudança da função informativa do jornalismo para a pretensão da transformação é o tema deste livro. Trata-se do novo paradigma das ciências sociais, resultado de um longo desenvolvimento, mas também de uma articulação de longo prazo empreendida por elites econômicas e intelectuais motivadas por suas utopias de um mundo melhor. Por meio do controle das paixões e emoções humanas foi sendo empreendida uma verdadeira engenharia social.

A Nova Era e a Revolução Cultural – Olavo de Carvalho

“A ‘Nova Era’ da qual Fritjof Capra se tornou festejado porta-voz e a ‘Revolução Cultural’ de Antonio Gramsci têm algo em comum: ambas pretendem introduzir no espírito humano modificações vastas, profundas e irreversíveis. Ambas convocam à ruptura com o passado, e propõem à humanidade um novo céu e uma nova terra. A primeira vem alcançando imensa repercussão nos círculos científicos e empresariais brasileiros. A segunda, sem fazer tanto barulho, exerce há três décadas uma influência marcante no c urso da vida política e cultural neste país. Nenhuma das duas foi jamais submetida ao mais breve exame crítico. Aceitas por mera simpatia à primeira vista, penetram, propagam-se, ganham poder sobre as consciências, tornam-se forças decisivas na condução da vida de milhões de pessoas que jamais ouviram falar delas, mas que padecem os efeitos do seu impacto cultural.

O Jardim das Aflições – Olavo de Carvalho

A tese fundamental deste monumental ensaio é a de que a história do ocidente é marcada pela ideia de Império e de suas sucessivas tentativas de reestruturação; mesmo com roupagens diferentes, há sempre o mesmo objetivo: ampliar os domínios do Império até os limites do mundo visível. Essa é talvez a obra mais comentada e menos encontrada de Olavo de Carvalho.  Se é necessário rever essa tese, avaliar em que pontos ela se articula com o cenário político e social do mundo atual, é uma das questões que o próprio autor responde no posfácio inédito.

A Rebelião das MassasJosé Ortega y Gasset

Um dos livros mais recomendados por Olavo de Carvalho. A rebelião das Massas é um ensaio filosófico brilhante, um dos livros mais importantes do século XX. O autor coloca em questão os conceitos de homem-massa, razão histórica e governo mundial. Para o público brasileiro, o ensaio de Ortega y Gasset, acidentalmente político, mas essencialmente filosófico, talvez tenha mais a dizer hoje do que em qualquer outro período da história nacional.

Introdução à Nova Ordem Mundial – Alexandre Costa

Olavo de Carvalho “Ler Introdução à Nova Ordem Mundial é como tomar a pílula vermelha de Matrix: absolutamente perturbador… e sem volta!”. – Flabia Barros Ximenes “Frente a uma realidade diferente do esperado, inferior aos anseios ou mesmo quando oposta ao consenso, as pessoas tendem a reagir de duas maneiras diferentes, que costumam corresponder a traços da sua personalidade e do seu caráter. A forma correta de reação, no meu entender, é aquela que procura primeiro compreender a mensagem para então remetê-la à experiência pessoal e à realidade.

O Futuro do Pensamento Brasileiro – Olavo de Carvalho

Qual é o nosso futuro? Qual é o nosso legado intelectual? Nesta breve porém profunda coletânea de estudos, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho avalia a tradição do pensamento brasileiro, aponta as lacunas e os pilares que a constituem e esboça um sombrio prognóstico. Um das maiores críticas ao vazio intelectual brasileiro.

Psicologia do SubdesenvolvimentoJ. O. de Meira Penna

Uma análise magistral sobre a alma do brasileiro, dissecando os elementos que a formam e as tendências e traços que lhe são característicos. Segundo Roberto Campos: “A posição do autor quanto ao problema brasileiro é muito clara. O brasileiro é um tipo afetivo e intuitivo. É dessa constatação inicial e da definição da coletividade brasileira como uma ‘sociedade erótica’ que ele parte para a análise de nossas dificuldades coletivas no terreno da economia, da política e das grandes decisões objetivas”.

O Outro Lado do Feminismo Suzanne Venker

Rejeitar o feminismo significa rejeitar a igualdade para as mulheres? Não, porque não é disso que trata o feminismo. Rejeitar o feminismo significa reconhecer que as mulheres não precisam do feminismo para fazê-las iguais aos homens porque já são iguais a eles – elas e eles apenas não são o mesmo. Reconhecer que o feminismo falhou em sua missão, que é baseado em premissas e argumentos falsos, e que ele leva a uma barreira entre homens e mulheres, e até mesmo entre mulheres e mulheres, é um primeiro passo para se recuperar. E cabe às mulheres sensatas pôr um fim nisso tudo.

 

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