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A Nova Era e a Revolução Cultural. Fritjof Capra e Antonio Gramsci

DE: R$ 49,90
PARA: R$ 27,60

“A ‘Nova Era’ da qual Fritjof Capra se tornou festejado porta-voz e a ‘Revolução Cultural’ de Antonio Gramsci têm algo em comum: ambas pretendem introduzir no espírito humano modificações vastas, profundas e irreversíveis. Ambas convocam à ruptura com o passado, e propõem à humanidade um novo céu e uma nova terra. A primeira vem alcançando imensa repercussão nos círculos científicos e empresariais brasileiros. A segunda, sem fazer tanto barulho, exerce há três décadas uma influência marcante no c urso da vida política e cultural neste país. Nenhuma das duas foi jamais submetida ao mais breve exame crítico. Aceitas por mera simpatia à primeira vista, penetram, propagam-se, ganham poder sobre as consciências, tornam-se forças decisivas na condução da vida de milhões de pessoas que jamais ouviram falar delas, mas que padecem os efeitos do seu impacto cultural. Para os adeptos e propagadores conscientes das duas novas propostas, nada mais reconfortante do que a passividade atônita com que o público letrado brasileiro tudo recebe, tudo admite, tudo absorve e copia, com aquele talento para a imitação maquinal que compensa a falta de verdadeira inteligência”.

Introdução à Nova Ordem Mundial

DE: R$ 39,90
PARA: R$ 20,20

“O livro de Alexandre Costa, Introdução à Nova Ordem Mundial, poderia levar o título de ‘O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota útil do globalismo’. Condensa e ordena, numa linguagem simples e clara, as informações e as fontes essencial sobre a elite globalista ocidental, seus planos, sua mentalidade, seus meios de ação. Muito bom mesmo”. – Olavo de Carvalho “Ler Introdução à Nova Ordem Mundial é como tomar a pílula vermelha de Matrix: absolutamente perturbador… e sem volta!”. – Flabia Barros Ximenes “Frente a uma realidade diferente do esperado, inferior aos anseios ou mesmo quando oposta ao consenso, as pessoas tendem a reagir de duas maneiras diferentes, que costumam corresponder a traços da sua personalidade e do seu caráter. A forma correta de reação, no meu entender, é aquela que procura primeiro compreender a mensagem para então remetê-la à experiência pessoal e à realidade. A outra forma de encarar o espanto de se deparar com um mundo diferente do que seus gurus insistem em repetir é desprezar a mensagem antes mesmo de conhecê-la e, assim que possível, pregar-lhe o rótulo de ‘teoria da conspiração’. Para os primeiros acredito que o livro possa ser útil de alguma forma”. – o autor.

Invasão Vertical dos Bárbaros

DE: R$ 39,90
PARA: R$ 17,00

O livro que você tem em mãos é um manifesto sobre como hoje se dá a tragédia da condição humana esmagada sob a bota da superficialidade, um modo da barbárie. Como todo manifesto, tem uma marca: a urgência em passar uma ideia. Neste caso, a denúncia da invasão da barbárie. Como toda urgência, corre riscos de ser mal entendido devido à superficialidade que acomete quase todo manifesto e quase toda denúncia. Mas o mau entendimento com relação à obra de Mário Ferreira dos Santos é quase um pecado porque ele, talvez mais do que a maioria dos filósofos brasileiros, era profundo como um abismo e, às vezes, manifestos escondem esses abismos, mas este não é o caso. Talvez um modo de compreender a barbárie que dá título a este livro seja exatamente este: Mário Ferreira dos Santos se recusa a esconder o abismo sobre o qual se dá a experiência humana e mostra como é urgente que cuidemos dele.

A Imaginação Educada

DE: R$ 32,90
PARA: R$ 18,10

Nele, Northrop Frye – um dos mais notáveis, aclamados e influentes teóricos da literatura do século XX – discorre sobre o que é a literatura, de que adianta ensiná-la, como se deve ensiná-la – desde qual idade e começando por quais livros –, qual é o valor social, político e religioso do estudo da literatura, qual é o lugar da imaginação no processo de aprendizagem, para que outras coisas serve a imaginação, se é necessário – antes, se é possível – educá-la, e do que é capaz uma imaginação educada.  Mais do que algumas dicas para aplicar a esmo, o leitor encontrará nesta obra toda uma concepção de ensino, de literatura e de mundo capaz de orientar um processo pedagógico desde a base.

A Mente Esquerdista. As Causas Psicológicas da Loucura Política

DE: 75,00
PARA: R$ 39,60

O Dr. Lyle Rossiter escreveu este livro para contribuir no combate à destrutividade dos ataques da mentalidade progressista ao estabelecimento da justiça, à promoção da paz, à garantia da defesa da nação, à promoção do bem-estar geral e às bênçãos da liberdade. 
O conteúdo do livro é resultado de um interesse de toda a vida do pesquisador e cientista por saber como funciona a mente humana. Trata-se de uma tentativa de conectar mecanismos da mente a certas condições econômicas, sociais e políticas, aquelas sob as quais a liberdade e a ordem podem florescer.

Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento

DE: 39,90
PARA: R$ 25,80

Aos que já conhecem o assunto, o livro oferece ótimas referências e informações precisas aos que não têm opinião formada, ou àqueles cujo conhecimento é restrito à mídia e às campanhas do governo, o livro é um ponto de inflexão, um divisor de águas, com sua clareza e assertividade. Com uma linguagem direta e um ritmo agradável, Mentiram para mim sobre o desarmamento é leitura mais que necessária para todos os que defendem as liberdades inegociáveis dos indivíduos. Numa época de recrudescimento de tantos regimes totalitários, é uma mensagem imprescindível e um alerta essencial.

Pare de Acreditar no Governo – Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado

DE: R$ 49,90
PARA: R$ 19,90

Por qual razão nós brasileiros, apesar de não confiarmos nos políticos, a quem dedicamos insultos dos mais criativos e variados, pedimos que o governo intervenha sempre que surgem problemas? Por que vamos para as ruas protestar contra os políticos e ao mesmo tempo pedir mais Estado – como se este não fosse gerido pelos… políticos? Por que odiamos os políticos e amamos o Estado? Por que chegamos à condição de depender do Estado para quase tudo? Bruno Garschagen busca entender como se formou historicamente no Brasil a ideia de que cabe ao governo resolver todos ou a maioria dos problemas sociais, políticos e econômicos. De Dom João VI a Dilma Rousseff, um compromisso inabalável uniu todos os governantes, inclusive aqueles chamados (erradamente, segundo o autor) de liberais ou neoliberais: a preservação do Estado monumental e mesmo o seu crescimento. Por quê? Para responder a esse conjunto de questões, o autor vasculha a história política do Brasil desde que os portugueses aqui chegaram até os dias de hoje. Com texto brilhante, leve, bem-humorado e informativo, recorrendo também às explicações de pensadores brasileiros e portugueses, tece uma espécie de conversa entre os intelectuais que refletiram sobre a cultura política do Brasil para narrar a história de um país cuja formação cultural se confunde com a onipresença da burocracia nacional. Bruno Garschagen é mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford e formado em Direito. Colabora com textos e podcasts para o Instituto Ludwig von Mises Brasil, Ordem Livre, Instituto Millenium, O Insurgente e mantém seu próprio blog no qual trata de filosofia política, relações internacionais, economia e cultura.

As Ideias Conservadoras

DE: R$ 34,90
PARA: R$ 19,70

Em um país de democracia recente e marcado historicamente por ditaduras como o Brasil, o pensamento político conservador costuma ser associado ao autoritarismo e à supressão das liberdades individuais. O audacioso objetivo deste livro é desfazer esse equívoco e apresentar ao leitor as ideias conservadoras, que não se confundem com as doutrinas reacionárias. 
Para o jornalista e cientista político João Pereira Coutinho, o conservadorismo é o modo de a sociedade preservar o melhor que, com base na tradição democrática, ela criou para garantir a paz, a liberdade dos cidadãos e o vigor das instituições. Com linguagem clara e envolvente, o autor expõe o pensamento dos principais filósofos conservadores, ao mesmo tempo que tece uma reflexão política de importante significado para a atualidade. Contra radicalismos crescentes à direita e à esquerda, Coutinho defende o primado da lucidez e do equilíbrio.

Em Defesa do Preconceito

DE: 39,90
PARA: R$ 17,70

No pensamento atual, ter preconceitos (aceitar ideias como verdadeiras, sem questioná-las) significa ser racista, bitolado e retrógrado (dentre outros adjetivos), quando o ideal seria todos serem livres-pensadores e questionarem tudo que lhes ensinam. Nesse livro, porém, Dalrymple aponta que a verdadeira razão para o surgimento desse ideal de liberdade de pensamento é que não queremos ter nossas ações restritas; desejamos poder fazer o que bem entendemos, quando bem entendemos. Influenciados pelo racionalismo de Descartes e Mill, rejeitamos qualquer autoridade sobre nosso comportamento moral, seja essa autoridade a religião, a história ou as convenções sociais, e isso faz com que percamos importantes reguladores de comportamentos antissociais. Se não nos autopoliciarmos, a lei é a única força que pode conter nossos comportamentos antissociais e os conflitos resultantes – o que muitas vezes faz com que governos se tornem autoritários.

As Vantagens do Pessimismo

DE: R$ 44,90
PARA: R$ 18,40

Utilizando uma argumentação provocadora e apaixonada, Scruton defende nesse livro a ideia de que o maior perigo e a maior ameaça vieram sempre dos que defenderam o idealismo e o otimismo, fossem eles de esquerda ou de direita. E que chegou o momento de substituir a exuberância irracional pelo pessimismo humano. Scruton demonstra que as tragédias e os desastres da história europeia foram consequência do falso otimismo e dos raciocínios enganosos que daí derivam. Enquanto rejeita tais raciocínios, constrói uma forte defesa tanto da sociedade civil como da liberdade, mostrando que o verdadeiro legado civilizacional não é o falso idealismo que, junto com o fascismo, o nazismo e o comunismo, quase nos destruiu. Deve-se, isso sim, proteger a cultura do perdão e da ironia. As vantagens do pessimismo é um convincente argumento em favor da razão e da responsabilidade, escrito numa época de profundas mudanças políticas e sociais.

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