Universidade Federal aprova tese de doutorado sobre “orgias gays”

As Universidades Federais são instituições financiadas exclusivamente com recursos públicos, oriundos da arrecadação de impostos. Ou seja: você, eu e cada brasileiro trabalhador e consumidor contribuímos para financiar as universidades e a educação de seus alunos.

Todo brasileiro de bem concorda que as UF’s deveriam priorizar a criação/financiamento de cursos/estudos estratégicos para o país, ou em outras palavras, priorizar a formação de profissionais cujas áreas sejam críticas para o desenvolvimento do país. Como exemplo, podemos citar as áreas médicas, as engenharias, e a formação de docentes para o ensino básico, todas áreas nas quais há déficit de profissionais no país, o que emperra o crescimento e desenvolvimento econômico e social do Brasil. Mas, infelizmente, não é o que efetivamente ocorre.

Vejam esse caso bizarro: na Universidade Federal Fluminense, durante dois anos e meio, o aluno Victor Hugo de Souza Barreto recebeu uma bolsa do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) para desenvolver sua tese de doutorado, que incluía, inclusive, estudos no Instituto Universitário de Lisboa, em Portugal. O tema da tese: orgias gays.

Os estudos que deram origem à tese foram feitos in loco, e contaram com a participação ativa do doutorando: Victor frequentou eventos chamados “festas de orgia”, que ocorrem com frequência na cidade do Rio de Janeiro. Segundo Victor, a proximidade entre ele e os indivíduos objetos do estudo era tão grande que, em uma das cenas descritas na tese, o autor afirma que um homem chegou a ejacular em seu rosto.

Vejam essa fala do doutorando:

“Enquanto a ação se desenrolava, os dois alternavam olhares entre si e comigo e o rapaz ficava passando a mão pelo meu corpo”.

O doutorando justifica sua participação ativa nas orgias da seguinte maneira:

“Ao que parece, o estudo da sexualidade obriga o pesquisador a ver ele próprio (e ser visto também) como ser sexuado, de desejo e produtor de desejo, uma subjetividade que é, de fato, colocada em jogo, como um agente que, de certa forma, precisa se colocar também ‘sexualmente’ em campo”.

A tese de Victor é recheada de fotografias das orgias, e utiliza linguagem chula para se referir aos órgãos sexuais e às diversas modalidades de sexo praticadas pelos participantes, e por ele próprio.

Além da aprovação de seu projeto, e da bolsa do CNPq, Victor Hugo obteve, ainda, outro grande benefício, integralmente financiado com dinheiro dos nossos impostos: conseguiu que sua tese fosse publicada em formato de livro pela editora da universidade. O livro vai se chamar “Vamos fazer uma sacanagem gostosa?”.

Para piorar um pouco mais essa situação assaz esdrúxula, saiba que esse não é o primeiro trabalho do tipo produzido por Victor, e financiado com recursos públicos! Em sua dissertação de mestrado, também na UFF, Victor frequentou saunas gays do Rio de Janeiro para desenvolver sua tese.

Em resumo: dinheiro dos pagadores de impostos, que poderia estar sendo investido na formação de médicos, engenheiros, e outros profissionais essenciais para alavancar o desenvolvimento do país, além de pesquisas para a cura de doenças ou desenvolvimento de novas tecnologias em diversas áreas, está sendo usado para financiar a participação de um degenerado em surubas, durante dois anos e meio, e ainda para a publicação de um livro relatando suas indecorosas desventuras sexuais.

Mais informações no link:

http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/em-universidade-federal-doutorado-sobre-orgias-gays-temparticipacao-especial-de-autor-3eppke8i3rfdghp29hacdbj6l

 

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