Os melhores livros conservadores de 2017

1964. O Elo Perdido. O Brasil nos Arquivos do Serviço Secreto Comunista

Este livro põe em nova perspectiva as conturbadas décadas de 50 e 60 no Brasil pelo prisma dos documentos oficiais dos serviços secretos do bloco soviético, que atuaram no país de forma intensa e muitas vezes insuspeita.  São relatórios de agentes secretos, planos de operações, recibos de pagamento em dinheiro de colaboradores brasileiros e outras informações sobre a presença ilegal dos países comunistas no Brasil, que não só surpreendem como denunciam atividades atentatórias à segurança nacional.  A ousadia dessa infiltração foi tamanha que dela foram alvos os gabinetes presidenciais dos três últimos governos antes do notório 31 de março de 1964.

Por que o Brasil É Um País Atrasado?

Por que o Brasil é um país atrasado?, livro de estreia do ativista político, empresário e descendente da família real Luiz Philippe de Orleans e Bragança, revela a construção de um Estado autocrático e interventor, fato que atingiu seu ápice com a Constituição de 1988. No decorrer da obra, o autor aborda os motivos – a partir de uma revisão de princípios universais que estiveram sufocados pelas narrativas que servem aos governos e à burocracia de Estado – pelos quais a nação se encontra mais uma vez em uma situação de decadência política, institucional e econômica. Acessível a todo e qualquer leitor, mesmo aqueles sem conhecimento prévio de teorias políticas e econômicas, Por que o Brasil é um país atrasado? presta um serviço à sociedade brasileira ao combater a desinformação e mitos. Informa aos diversos segmentos da sociedade quais são as bandeiras legítimas na construção e defesa de um Estado de Direito moderno e de sucesso. No Brasil pós segundo impeachment da Nova República, trata-se de uma obra essencial para entender nosso país e as estruturas que causam nossa instabilidade.

 

A Corrupção da Inteligência

Na última década, os brasileiros viram-se submetidos a um processo de corrupção endêmica e institucionalizada sem precedentes. Entre mensalões e petrolões, a nação assistiu embasbacada enquanto corruptos e corruptores descreviam, em tom de banalidade, alguns dos esquemas que possibilitaram o desvio de bilhões de dólares dos cofres públicos e, mais do que isso, a transformação do Estado e de suas instituições em instrumentos úteis aos interesses partidários mais sórdidos.  O Brasil que o PT criou é perigoso, feio, miserável e insustentável. Mas o que tornou tudo isso possível? O que possibilitou a chegada de figuras como Lula e Dilma Rousseff ao poder? O que entorpeceu a alma da sociedade brasileira tão profundamente para que ela se permitisse representar por personalidades tão toscas e malformadas? Quais são as raízes mais profundas da crise que aflige a nação? E qual foi o papel dos intelectuais brasileiros nisso tudo?  Estas são algumas das perguntas que o antropólogo e analista político Flávio Gordon busca responder, com invejável coragem e brilhantismo, nesta investigação vigorosa que o leitor tem em mãos. Dentre os muitos livros que buscam explicar a atual crise brasileira, nenhum tem a clareza, a precisão e a força explicativa que encontramos em A corrupção da inteligência.

O Diabo na História. Comunismo, Fascismo e Algumas Lições do Século XX

Neste livro, o filósofo romeno Vladimir Tismaneanu, historiador do comunismo romeno, discute as semelhanças entre as várias encarnações da tirania totalitária no mundo do século XX. O autor trata da aplicação dos princípios diabolicamente niilistas da subjugação humana e do condicionamento em nome de fins supostamente puros e purificadores. Trata-se não de um tratado histórico, mas, ao contrário, de uma interpretação político-filosófica de como aspirações utópicas maximalistas podem levar aos pesadelos dos campos soviéticos e nazistas, personificados por Kolyma e Auschwitz.

Viagens aos Confins do Comunismo

Este livro traz o relato das viagens de um dos mais talentosos ensaístas da atualidade, Theodore Dalrymple, a países comunistas no fim dos anos 1980. Durante seu percurso – Albânia, Coreia do Norte, Romênia, Vietnã e Cuba –, o autor observa com agudeza a precariedade em que vivem as populações desses países, assim como suas práticas cotidianas aparentemente banais, traçando entre elas correlações inesperadas. Em uma única obra, se concentram a crítica cultural de Nossa Cultura… ou o que Restou Dela, reflexões sobre a miséria como as de A Vida na Sarjeta, análise política como em Não com um Estrondo, mas com um Gemido e o fino cronismo literário de O Prazer de Pensar.

 

O Tolo e Seu Inimigo

Análise acurada e vigorosamente conduzida do atual panorama sócio-político mundial e de suas consequências inescapáveis.  O autor parte da tensão tipicamente contemporânea entre a necessidade de defender a civilização contra seus inimigos e a desagregação da própria sociedade ocidental que recusa não só a condição de indefesa como a existência mesma de seus inimigos. O resultado, como não poderia deixar de ser, é o suicídio da sociedade e o colapso de toda a civilização.  O autor discorre então a respeito desses inimigos em sua relação (de dominação) com a sociedade — o comunismo, a Nova Religião materialista e anti-intelectual, o islamismo —, terminando por propor um resgate da verdadeira e heróica perspectiva espiritual que fundou a civilização e será capaz de um dia reerguê-la.

Arte e Imaginação. Um Estudo em Filosofia da Mente

O que justifica que consideremos uma pintura nostálgica, um poema comovente ou uma música melancólica? Na filosofia recente, predominou a resposta fornecida pelos idealistas, que fundamentam tais afirmações na mera subjetividade. Já os empiristas, que insistem em que conhecemos as coisas experimentando-as objetivamente, em geral não puderam tratar os juízos estéticos como algo mais do que uma questão de gosto. De acordo com Scruton, o empirismo é apto a proporcionar uma filosofia da arte mais robusta, desde que encare o problema lógico-linguístico da atribuição de significado a sentenças e o problema da compreensão humana de sentenças e de objetos, um tema próprio à filosofia da mente. Sua tese é que as obras de arte devem ser vistas como aquilo que são capazes de significar – ou seja: a experiência artística exige, antes de tudo, uma imaginação adequada.

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