Oscar Pérez, um herói venezuelano assassinado

Já pensou no quão absurdo e idiota eu seria se chamasse o Oscar Pérez (dissidente venezuelano assassinado ontem pela ditadura venezuelana a mando de Maduro) de “Che Guevara de sinal trocado”?

Pois é… É assim que as pessoas normais te vêem quando você chama o Bolsonaro de “Lula de sinal trocado”.

Quantas mulheres, crianças, idosos e negros inocentes o Oscar Pérez assassinou para ser chamado de “Che Guevara da extrema-direita”? Quantas pessoas o Oscar Pérez fuzilou no paredão? Quantas ditaduras Oscar implantou pela força, contra a vontade da maioria da população de seu país? Quantas pessoas Oscar sentenciou à miseria, à fome e à morte?

Da mesma forma, quantas estatais o Bolsonaro saqueou para financiar ditaduras comunistas como a própria Venezuela? Quantas entidades supranacionais o Bolsonaro criou para diluir a soberania nacional dos países membros e implantar ditaduras, a exemplo do Foro de São Paulo? Com quantas entidades terroristas como o MIR chileno e as FARC o Bolsonaro fez congressos financiados com dinheiro público brasileiro? Quantos esquemas de corrupção o Bolsonaro montou para comprar o Congresso e implodir a democracia brasileira, naquilo que ficou conhecido como o maior esquema de corrupção da história do planeta? Quantos mensalões e petrolões o Bolsonaro criou? Quantos países o Bolsonaro destruiu? Quantos sítios ou triplex o Bolsonaro ganhou como propina das construtoras que seu governo ajudou a enriquecer às custas dos impostos dos brasileiros via BNDES? Quantas pessoas foram enganadas por propostas populistas e escravizadas por migalhas de assistencialismo?

Nada disso, né? Então tenha o mínimo de senso das proporções antes de fazer comparações absurdas como essa.

Foto de Oscar Pérez morto (centro) pela guarda bolivariana, ao lado seu companheiro de luta

Por – Pedro Henrique Medeiros

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