Trump fecha acordo com Boeing, economizando US$ 1,4 bi dos contribuintes

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O presidente norte-americano Donald Trump fechou um acordo com a Boeing para um novo par de jatos presidenciais “Air Force One”, que economizará mais de US$ 1,4 bilhão dos contribuintes, anunciou a Casa Branca na terça-feira.

“O presidente Trump chegou a um acordo informal com a Boeing num contrato de preço fixo para o novo programa do Air Force One”, disse o vice-secretário de imprensa, Hogan Gidley, à Fox News. “Graças às negociações do presidente, o contrato economizará mais de US$ 1,4 bilhão dos contribuintes.”

Trump reuniu-se com o CEO da Boeing, Dennis Muilenburg, na Casa Branca na terça-feira (27) para resolver uma negociação complexa entre a Força Aérea dos Estados Unidos e a Boeing, de acordo com três fontes que falaram com a mídia Defense One.

Trump e Muilenburg chegaram a um acordo de US$ 3,9 bilhões para modificações extensas num par de aeronaves 747-8 que incluem salas de conferências, um escritório presidencial e uma sala de comunicações militares que permitiriam que Trump permanecesse no controle enquanto estiver em trânsito e, se necessário, seja capaz de disparar armas nucleares.

“A Boeing orgulha-se de construir a próxima geração do Air Force One, proporcionando aos presidentes americanos uma Casa Branca voadora com um valor excelente para os contribuintes”, disse a Boeing num comunicado, de acordo com a Fox News. “O presidente Trump negociou um bom acordo em nome do povo americano.”

O avião presidencial Air Force One no Aeroporto Internacional de Pittsburgh em Coraopolis, Penn., em 18 de Janeiro de 2018 (Samira Bouaou/The Epoch Times)
O avião presidencial Air Force One no Aeroporto Internacional de Pittsburgh em Coraopolis, Penn., em 18 de Janeiro de 2018 (Samira Bouaou/The Epoch Times)
O presidente norte-americano Donald Trump chega a bordo do avião presidencial Air Force One no Aeroporto Internacional de Pittsburgh em Coraopolis, Penn., em 18 de Janeiro de 2018 (Samira Bouaou/The Epoch Times)
O presidente norte-americano Donald Trump chega a bordo do avião presidencial Air Force One no Aeroporto Internacional de Pittsburgh em Coraopolis, Penn., em 18 de Janeiro de 2018 (Samira Bouaou/The Epoch Times)
O presidente norte-americano Donald Trump chega a bordo do avião presidencial Air Force One no Aeroporto Internacional de Pittsburgh em Coraopolis, Penn., em 18 de Janeiro de 2018 (Samira Bouaou/The Epoch Times)
O presidente norte-americano Donald Trump chega a bordo do avião presidencial Air Force One no Aeroporto Internacional de Pittsburgh em Coraopolis, Penn., em 18 de Janeiro de 2018 (Samira Bouaou/The Epoch Times)

Trump colocou o acordo do Air Force One no foco nacional antes de ser empossado, escrevendo no Twitter que os custos propostos “estão fora do controle”.

“Cancele o pedido”, escreveu o presidente em 6 de dezembro de 2016.

Trump se reuniu com o CEO da Boeing várias vezes desde essa mensagem de Twitter. O presidente visitou uma fábrica da Boeing na Carolina do Sul em fevereiro do ano passado.

Um ponto difícil nas negociações era uma demanda da Força Aérea por um contrato de preço fixo. A Boeing já havia perdido US$ 2 bilhões depois que os custos de desenvolvimento ultrapassaram um contrato de preço fixo com a Força Aérea para uma aeronave-tanque de reabastecimento aéreo.

Trump também supostamente economizou o dinheiro dos contribuintes quando a Força Aérea comprou o par de aviões da Boeing a serem convertidos em agosto do ano passado. O valor que Trump economizou neste outro acordo é desconhecido, embora tenha sido suficiente para a Boeing impedir a Força Aérea de divulgar o preço, já que os aviões ainda são vendidos no mercado comercial.

“Air Force One” é o indicativo de controle de tráfego aéreo para qualquer aeronave que transporta o presidente. A ideia de projetar um avião militar para levar o presidente surgiu em 1943, quando as autoridades se preocuparam com o transporte do presidente numa companhia aérea comercial.

Os jatos presidenciais atuais são Boeing 747-200 modificados, oficialmente chamado VC-25. Em comparação com a sua versão não modificada, a aeronave presidencial tem um carregador de bagagem autônomo, escadas de ar dianteiras e traseiras e a capacidade de reabastecimento durante o voo, de acordo com a Força Aérea.

Fonte – Epoch TimesNTD Television

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