Wall Street e a Revolução Bolchevique

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Porque é que a Missão Americana da Cruz Vermelha de 1917 enviada para a Rússia incluia mais homens ligados à finança do que médicos?
Em vez de cuidar das vítimas da guerra e da revolução, os seus membros pareciam mais interessados em negociar contractos com o governo de Kerensky e, subseqüentemente, com o regime Bolchevique.

Numa investigação corajosa, Antony Sutton disponibiliza evidências históricas sólidas que estabelecem uma ligação entre os capitalistas Americanos e os Comunistas Russos.
Baseando-se nos ficheiros do “State Department”, documentos pessoais de figuras importantes de Wall Street, biografias e histórias convencionais,

Sutton revela:
  • 1) O papel que os executivos banqueiros da Morgan tiveram em canalizar ouro Bolchevique ilegal para os EUA;
  • 2) O uso da Cruz Vermelha por parte de forças poderosas de Wall Street;
  • 3) A intervenção por parte de fontes de Wall Street para libertar o revolucionário Marxista Leon Trotsky, cujo objectivo era derrubar o governo Russo;
  • 4) Os acordos feitos pelas grandes companhias como forma de capturar o enorme mercado Russo uma década e meia antes dos EUA reconhecerem o regime Soviético;
  • 5) E O patrocínio secreto feito ao Comunismo por parte de homens de negócios de topo, que em público davam o seu apoio vocal ao mercado livre.
“Wall Street and the Bolshevik Revolution” [Wall Street e a Revolução Bolchevique] localiza o financiamento ocidental feito à União Soviética.
De forma desapaixonada e fundamentando-se em evidências sobrepujantes, o autor pormenoriza uma fase importante na formação da Rússia Comunista.

Este estudo clássico – publicado pela primeira vez no ano de 1874 como parte duma trilogia  – é publicado aqui na sua forma original

Fonte – Wall Street and the Bolshevik Revolution: The Remarkable True Story of the American Capitalists Who Financed the Russian Communists

Como acontece quase sempre no esquerdismo, a verdade é totalmente diferente daquela que nos é apresentada.

A luta dos esquerdistas “contra” os capitalistas é uma das fachadas mais bem construídas do século 20. Na verdade, o Comunismo sempre dependeu do dinheiro capitalista para sobreviver. Ainda hoje, a agenda cultural esquerdista (feminismo, gayzismo, aborto, multiculturalismo, etc) é financiada pelos mesmos grupos económicos que deram o seu apoio à Revolução Comunista. E o objectivo continua a ser o mesmo.

O propósito do Comunismo não foi, não é, nem nunca vai ser só estabelecer um sistema económico; o propósito do Comunismo é entregar o poder total nas mãos duma elite não-representativa das intenções da maioria da população. O que a elite faz quando chega ao poder é irrelevante: o que interessa é que eles fiquem perpetuamente no poder.

Para um comunista, a Coreia do Norte e Cuba são modelos políticos a seguir porque nestes países os Comunistas têm o poder total. O facto destes países viverem na miséria absoluta é periférico desde que os esquerdistas tenham o poder.
Para um esquerdista, é melhor um país pobre mas controlado por esquerdistas, do que um país rico não-controlado por esquerdistas. É precisamente por isso que um esquerdista pode dizer barbaridades como “temos que fazer todos os possíveis para que a História humana não volte a produzir um país como os EUA” ao mesmo tempo que se mantém em silêncio em relação à já mencionada Cuba, à Coreia do Norte ou em relação a qualquer outro regime controlado por Comunistas – responsáveis pelas maiores barbáries da história da humanidade, só superados pelas matanças do islão.

Em algumas partes do mundo os Comunistas lutam por um leque de causas, mas noutra parte do globo lutam por causas exactamente opostas. Para uma pessoa normal, isto não faz sentido nenhum, mas para um esquerdista isto faz sentido porque o que lhe interessa não é ser consistente e coerente mas sim obter o poder.

Portanto, sempre que virmos um Comunista a militar contra o capitalismo, podemos ter a certeza que estamos perante um mentiroso ou um idiota útil (ou ambas).

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