Ditadura de Cuba impede médicos de revalidar diploma no Brasil

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Cuban doctor Elza Vega Rodriguez (2nd L) walks with her Brazilian team of assistants near the health center where they work, in the city of Piaus in the state of Bahia, north-eastern Brazil November 20, 2013. They were heckled and called slaves of a communist state when they first landed, but in the poorest corners of Brazil the arrival of 5,400 Cuban doctors is being welcomed as a godsend. The program to fill gaps in the national health system with foreign doctors, mainly from Cuba, could become a big vote-winner for President Dilma Rousseff as she eyes a second term in next year's election despite fierce opposition from Brazil's medical class. Picture taken November 20, 2013. To match story BRAZIL-DOCTORS/CUBA REUTERS/Ueslei Marcelino ( BRAZIL - Tags : POLITICS HEALTH)

A ditadura de Cuba não permite que os profissionais de saúde cubanos prestem o Revalida para receber o mesmo salário dos médicos brasileiros.

Revalida é o nome curto para o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira. O teste é necessário para que médicos com diplomas obtidos no exterior trabalhem no Brasil.

Documentos obtidos pela reportagem do jornal HuffPost Brasil comprovam que a ditadura cubana considera o exame para revalidar o diploma como uma forma de quebra de contrato.

No contrato firmado entre os profissionais cubanos e a empresa Comercializadora de Servicios Médicos Cubanos S.A (CSMC), estatal cubana responsável pela parceria, uma das cláusulas de obrigações por parte do profissional se refere ao Revalida.

Lê-se: “Não requerer exames de revalidação para o exercício da profissão”.

Parte do contrato entre profissionais médicos cubanos e a empresa estatal da ditadura.

Parte do contrato entre profissionais médicos cubanos e a empresa estatal da ditadura.

O clínico geral cubano Frank Rodríguez, 35 anos, explicou a preocupação da ditadura de Cuba para impedir que seus médicos façam o exame no Brasil.

Ele declarou:

Com o meu diploma revalidado eu não preciso mais deles. Depois de passar na prova, vou poder dar entrada as documentações e vou ter direito ao CRM [registro no Conselho Regional de Medicina necessário para exercer a profissão no Brasil]. Você fica igual ao médico brasileiro.

Fonte – Renova Mídia / Huffpost Brasil

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