Nicolás Maduro destruiu a educação da Venezuela

Professores e alunos deixam salas de aula e escolas fecham as portas na Venezuela.

Um dos efeitos mais deletérios do colapso geral pela qual passa a Venezuela é a pane na educação.

Professores e alunos, com fome e sem dinheiro, abandonaram as salas de aula e as escolas, principalmente as particulares, fecharam as portas, segundo informações da Gazeta do Povo.

A extensão do estrago, porém, é ainda desconhecida: em 2003, Nicolás Maduro deixou de fazer pesquisas sobre a qualidade da educação no país e, desde então, se nega a participar de avaliações internacionais. Compreensível.

Na classe média, a redução do poder de compra criou um êxodo de estudantes de escolas privadas para escolas públicas.

As instituições que conseguem permanecer em meio à crise recebem os estudantes das escolas fechadas e veem as salas de aula lotarem. As turmas de uma escola em Caracas, por exemplo, cresceram de 30 para 50 alunos.

Neste ano, pelo menos 400 escolas particulares fecharão as portas devido à falta de alunos, que estão saindo da rede privada e se matriculando em escolas públicas, de acordo com dados da Associação Nacional de Instituições de Ensino Particular em Caracas.

A rede pública também está perdendo alunos: com cortes de energia, água, escassez de comida e falta de transporte, quase três milhões de crianças deixaram de ir à escola regularmente ou evadiram, de acordo com o estudo Encovi.

Fonte – Renova Mídia / Gazeta do Povo

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