A tecnologia que parlamentares do PSL querem trazer para o Brasil

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A China é o país mais avançado do mundo na utilização de sistemas de monitoramento por câmeras.

O regime comunista da China já conseguiu demonstrar que seu sistema de vigilância é extremamente eficiente

Hoje em dia, com 170 milhões de câmeras sendo utilizadas em sistemas de vigilância que usam tecnologia de reconhecimento facial, a China possui o maior e mais moderno sistema de monitoramento do mundo.

O regime ainda tem a previsão de instalar mais 400 milhões de câmeras nos próximos anos, informa o “UOL“.

Regime diz que o sistema é para impedir crimes

Até mesmo em escolas o país tem utilizado o reconhecimento facial para diminuir a evasão dos alunos.

Os equipamentos conseguem reconhecer o rosto das pessoas e fazer imediatamente a associação com suas informações registradas.

Essa leitura permite também identificar o gênero e a idade das pessoas. O sistema ainda associa o rosto do cidadão a informações como o carro que utiliza, suas rotas mais frequentes, a seus parentes e às pessoas com quem ele entra em contato, dados do fisco, profissionais e outros.

De acordo com as autoridades chinesas, o objetivo do sistema não é apenas capturar suspeitos e resolver crimes, e sim ajudar a impedi-los.

Críticos dizem que sistema quer espionar os cidadãos

Opositores do sistema de reconhecimento facial utilizado pela China acusam o Partido Comunista de usar a tecnologia para conseguir amplo controle social sobre seus cidadãos, ao vigiá-los sem que percebam ou tenham feito algo de errado.

Yang Zhengwei, ativista dos direitos humanos da província de Guizhou, preocupa-se que a tecnologia possa ser usada para vigiar dissidentes, peticionários, ativistas e grupos religiosos.

Conforme noticiou a RENOVA, Zhengwei enfatizou:

“A segurança pessoal não será garantida. Vai ser muito mais fácil expor sua própria identidade.”

O regime, obviamente, diz que só usa o sistema contra criminosos e não dissidentes políticos.

Preocupantemente, ao que tudo indica, a tecnologia de reconhecimento facial não é a única sendo implementada na China para facilitar o controle populacional.

O regime, por exemplo, desenvolveu um novo sistema de reconhecimento de voz que conecta as características da voz de uma pessoa às suas informações de identificação, com o objetivo de criar um banco de dados de “gravações de vozes”.

O cientista cognitivo Wayne Yang, estabelecido na China, declarou ao site “Epoch Times” em outubro de 2017:

“Isso significa que, se houver uma equipe de vigilância instalada, as pessoas não se atreverão a falar casualmente em determinados lugares. Se alguém pronunciar algumas palavras-chave sensíveis, as autoridades poderão identificar rapidamente essa pessoa e então prendê-la. Portanto, o espaço privado dos cidadãos ficará extremamente reduzido”.

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