Bolsonaro diz que Brasil vai liderar frente contra ditadura Maduro

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Apesar do discurso forte, Bolsonaro rechaçou pedidos de sanções econômicas, intervenção militar e instalação de um governo paralelo no território nacional.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, conversaram com opositores venezuelanos e representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA) nesta quinta-feira (17).

A estratégia do Brasil de liderar abertamente o movimento internacional pela queda do ditador Nicolás Maduro foi discutida em reuniões ao longo do dia, no Palácio do Planalto e no Itamaraty, registra o “Estadão“.

Na reunião, Miguel Ángel Martín, presidente do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela em exílio, disse a Bolsonaro que as manifestações do brasileiro eram “palavras de esperança” pelo restabelecimento da democracia no país.

Já Gustavo Cinose, assessor da OEA, afirmou que Bolsonaro expressou com “contundência” seu apoio para “finalizar” o sofrimento do povo venezuelano contra o “ditador” Maduro.

Ao final de cerca de dez horas de reuniões no Itamaraty, o ex-prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, e o deputado oposicionista Julio Borges relataram aos jornalistas que pediram ao governo brasileiro que reconheça um governo de transição liderado por Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela.

No fim do dia, em vídeo divulgado pelo Planto nas redes sociais, Bolsonaro disse que fará de “tudo” para restabelecer a democracia na Venezuela.

Esperançoso, Bolsonaro declarou:

“Então a gente pede a Deus, em primeiro lugar, e depois nós faremos, sim, continuaremos fazendo, tudo o possível para restabelecer aí a ordem, a democracia e a liberdade. (…) A gente pede ao povo da Venezuela resistência, muita fé e eu acredito que a solução virá brevemente.”

Confira o vídeo logo abaixo:

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