Colômbia culpa guerrilha ELN por ataque terrorista contra escola da polícia

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O ministro da Defesa da Colômbia, Guillermo Botero, responsabilizou a guerrilha comunista Exército de Libertação Nacional (ELN) pelo ataque terrorista contra uma escola de cadetes da polícia na capital Bogotá.

Um carro-bomba foi detonado na tarde desta quinta-feira (18) em uma instituição de ensino da polícia na cidade de Bogotá, deixando pelo menos 21 mortos.

O veículo carregava cerca de 80 quilos de explosivos e foi detonado algumas dezenas de metros depois da entrada da escola, entre um auditório e um alojamento.

“É uma violação flagrante dos direitos humanos. Todas essas vidas foram destruídas por um ato repudiável dirigido pelo ELN”, disse o ministro da Defesa, em coletiva de imprensa.

Segundo Guillermo Botero, o autor do ataque, José Aldemar Rojas Rodríguez, conhecido como “El Mocho” e “El Kiko”, era especialista em explosivos dentro do grupo, tendo inclusive realizado treinamentos na Venezuela.

Rodríguez tinha 56 anos e era natural da cidade de Puerto Boyacá.

Em 2015, ele teria tentado entrar na lista de integrantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), de forma a se beneficiar do acordo de paz com o governo, mas foi rechaçado.

“Essa operação foi planejada por mais de 10 meses”, afirmou o ministro, como noticiou a “ANSA“.

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