Detalhes sobre a operação que prendeu autores de ameaças contra Bolsonaro

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Tudo começou com uma mochila-bomba deixada próxima à igreja Santuário Menino Jesus, em Brazlândia, nos arredores de Brasília, às vésperas do Natal.

No dia 31 de dezembro, policiais civis e federais fizeram buscas em sete endereços de um grupo responsável por divulgar ameaças contra o presidente Jair Bolsonaro pela internet. Os membros da organização promoviam um ataque no dia da posse.

Sete endereços do grupo em São Paulo, Brasília e Goiás, foram revistados. A Polícia Federal divulgou nota com a informação sobre as buscas, mas não mencionou as prisões, que ficaram a cargo da Polícia Civil.

Agora, a Polícia Civil de Brasília investiga a relação entre os três detidos e a bomba deixada perto do santuário em Brazlândia. O dispositivo explosivo foi localizado e desativado por policiais militares.

Logo depois, integrantes do grupo chamado Maldição Ancestral assumiram, na internet, a responsabilidade pela bomba. A intenção declarada seria explodir e matar fiéis que iriam à missa na igreja no Natal.

Em um comunicado publicado pelo “O Globo“, o grupo afirmou:

O santuário é o segundo maior templo católico do país. No local, que estava lotado de cristãos miseráveis, era celebrada uma missa de véspera de Natal, e esperávamos provocar um grande massacre durante a saída dos fiéis da igreja.

A Polícia Federal também abriu um inquérito para para investigar se o grupo Maldição Ancestral tinha mesmo planos de atacar Bolsonaro no dia da posse. As investigações estão sendo conduzidas pela área de inteligência da polícia.

Segundo o texto, as duas facções querem Bolsonaro morto e “podem recorrer a métodos terroristas para isso”.

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