Evo Morales avança estratégia para se manter no controle da Bolívia

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A organização de eleições primárias na Bolívia, ao custo de quase 4 milhões de dólares, é resultado de uma nova Lei de Partidos Políticos aprovada no ano passado.

Com um candidato único inscrito em nove partidos políticos, a Bolívia organizará inéditas e atípicas primárias presidenciais no domingo (27). Como em cada uma das nove frentes há apenas um candidato, tecnicamente as eleições primárias serão obsoletas.

Para a oposição, as primárias foram estimuladas pelo governo para desviar a atenção da polêmica candidatura de Evo Morales a um quarto mandato sucessivo, que prosseguiria até 2025, informa a “ISTOÉ“.

As primárias também receberam críticas pelos opositores. Muitos deles consideraram o gasto inútil e acreditam que o único objetivo do pleito é legalizar candidatura de Morales, que está há 14 anos no poder.

Por outro lado, o presidente Morales quer utilizar as primárias para demonstrar sua força e o poder de seu partido. Ele também não poupou críticas aos opositores, pedindo aos militantes que votem para “derrotar a direita”.

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