Polícia Federal pede mais 90 dias para investigar defesa do esfaqueador de Bolsonaro

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A Polícia Federal (PF) em Minas Gerais pediu à Justiça mais 90 dias para concluir o inquérito que investiga quem financiou a defesa de Adélio Bispo de Oliveira.

Adélio Bispo é o militante de extrema-esquerda autor confesso da tentativa de homicídio contra o então candidato Jair Bolsonaro durante um comício em Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais.

O delegado Rodrigo Morais Fernandes, responsável pela apuração, mandou para perícia em Brasília o telefone celular do advogado Zanone Manuel de Oliveira, apreendido durante operação na casa do defensor.

Segundo o portal “R7“, a PF segue tentando descobrir se há uma organização criminosa ou um grupo político por trás do crime. O advogado Zanone se recusou a revelar quem paga pelos seus serviços alegando sigilo profissional.

O primeiro inquérito da PF concluiu que Adélio agiu sozinho no momento do atentado a Bolsonaro e que a motivação “foi indubitavelmente política”.

Em 21 de dezembro, a PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Zanone Manuel de Oliveira Júnior, o advogado de Adélio.

Na época da operação, Zanone afirmou ter acompanhado toda a ação dos policiais federais e voltou a dizer que o nome de quem o contratou para defender o agressor é sigiloso, recorda “O Antagonista“.

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