Encurralados, jihadistas do Estado Islâmico recorrem a escudos humanos

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Nas últimas semanas, a milícia curdo-árabe FDS apoiada pela coalizão internacional intensificou sua ofensiva, permitindo que milhares de civis conseguissem escapar do último bolsão de resistência jihadista.

As Forças Democráticas Sírias (FDS), apoiadas pela coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, depois que conquistaram os principais redutos do grupo terrorista Estado Islâmico província de Deir Ezzor, foram forçadas a suspender esta ofensiva uma semana atrás.

Encurralados, os últimos extremistas islâmicos recorrem cada vez mais a civis como escudos humanos, conforme relatado pelos combatentes da milícia curdo-árabe FDS.

O porta-voz das FDS em Deir Ezzor, Adnan Afrin, explica que esta pausa temporária do confronto tem como objetivo proteger os civis “usados como escudos humanos”.

“Eles os colocam na linha de frente”, declara à AFP o porta-voz, indicando que mulheres e crianças são obrigadas a permanecerem ao lado dos combatentes.

Em seus últimos redutos de resistência no leste da Síria, cada vez menores, os extremistas também costumam deixar para trás campos minados para frear as FDS e impedir a fuga de civis.

A batalha terminará por meios militares, acrescenta o porta-voz. “Não vamos negociar com os terroristas”, adverte Afrin.

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