Na Europa, mulheres usam lenços islâmicos para evitarem assédio sexual de muçulmanos

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Relatos de assédio sexual e agressão contra as mulheres europeias por parte de muçulmanos são mais frequentes nos países onde a migração é aberta: Alemanha, Suécia, Áustria. Enquanto isso, relatos da mesma natureza são praticamente inexistentes em países como Polônia, Hungria, República Tcheca e Eslováquia, onde os governos adotaram uma posição linha-dura contra a migração em massa.

Marcus Franz, médico e ex-parlamentar conservador do Austrian People’s Party, denunciou em suas mídias sociais que as garotas europeias não-muçulmanas em Viena começaram a usar lenços islâmicos — hijabs — para evitarem o assédio e a agressão por parte de homens muçulmanos.

Durante uma aparição na semana passada na OE24, uma estação de televisão austríaca, Franz declarou: “Falem com as mulheres na rua, falem com as crianças, falem com as meninas. Eu  conheço pais que, quando suas filhas chegam em casa à noite […] dão-lhes lenços para colocarem na cabeça para que não sejam reconhecidos como austríacas”.

Casos semelhantes 

Em escolas alemãs frequentadas por migrantes muçulmanos, as meninas costumam usar hijabs para evitarem assédio e agressões. 

Em março do ano passado, vários meios de comunicação informaram que o diretor de uma escola em Frankfurt, na Alemanha, disse a uma mãe cuja filha estava sendo maltratada por estudantes muçulmanos — devido ao seu cabelo loiro, por ser cristã e por não usar lenço na cabeça — para cobri-la com um hijab para evitar os assédios. “Sua filha não precisa dizer que é alemã. Além disso, você pode lhe dar um lenço para colocar na cabeça”!

No final de 2016, um anúncio patrocinado pela ONU na Alemanha encorajava mulheres a usarem lenços islâmicos para mostrar ‘tolerância’. O governo alemão usou fundos públicos para administrar o anúncio de 18 segundos.

Muitas mulheres na Suécia também começaram a usar lenços islâmicos para evitar assédio sexual. As agressões sexuais na Suécia dispararam desde que a crise dos migrantes começou em 2015.

Com informações de Voice of Europe.

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