A esquerda brasileira tenta afastar Bolsonaro do Twitter

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Assim como Trump sofreu ameaças por não ser “presidencial” em suas redes sociais, a esquerda brasileira incorpora o que há de pior no Partido Democrata e fala em impeachment por causa de um tweet.

Brasil acabou de passar pela sua maior festa, o Carnaval. Época de axé, frevo e muito samba no pé, o Carnaval toma cinco dias do calendário brasileiro para imergir o país em uma grande comemoração. Pelo menos é isso que nós tentamos passar para o mundo. Na realidade, o Carnaval, embora seja tempo de reunir a família para se divertir durante o feriado, é também feito de drogas, dinheiro sujo, pessoas bêbadas e promiscuidade.

Carnaval significa festa da carne, e isto não quer dizer que os brasileiros consideram a natureza humana tão importante que deve ser celebrada. A mensagem a ser passada é, na verdade, de que você pode fazer tudo o que quiser durante os cinco dias de festa. De usar drogas a fazer sexo nas ruas e deixar alguém urinar em você. O Carnaval foi literalmente criado para que as pessoas extrapolassem e fizessem tudo o que é possível antes de entrarem em jejum na quaresma.

E por drogas eu não quero dizer que as pessoas compram maconha para ficarem chapadas com seus amigos. Os outros 360 dias do ano servem para isso, eles não gastariam dinheiro com algo tão simples durante a festa da carne, afinal o Carnaval é sobre fazer o que você não pode durante o resto do ano. E é por isso que os foliões buscam algo mais pesado, como o loló – o antigo lança-perfume -, chegando ao ponto de celebrar a droga, lamentando por não poder comprar cocaína.

Como se isto não fosse o suficiente, a parte do sexo na rua também é real. Não é como se as pessoas estivessem preocupadas em buscar um beco ou viela para ter relações com alguém de procedência duvidosa que elas acabaram de conhecer. Não. É sexo na rua mesmo, ainda que na frente de crianças. Esse é o ponto a que chegou a promiscuidade do Carnaval. E por que isso é um problema tão grande agora? Porque o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, finalmente expôs a verdade para o mundo – e a extrema-esquerda não gostou nem um pouco disso.

A postagem do presidente contém um vídeo de dois homens praticando um ato obsceno – a palavra mais leve que encontrada para definir – em frente a uma multidão de foliões. Seja colocando o dedo no próprio ânus ou fazendo uma exibição de porqueira ao urinar no parceiro, os homens agem como se aquilo fosse normal.

De uma hora pra outra, a esquerda brasileira começou a pedir o impeachment de Bolsonaro, alegando que o presidente quebrou o decoro do cargo ao divulgar um vídeo como aquele, usando a mesma tática que os Democratas usaram quando Trump retweetou vídeos que mostravam como certos muçulmanos agiam.

A esquerda que apoiou a peça Macaquinhos, uma exibição onde as pessoas brincavam com seus… bom, o Catraca Livre oferece uma definição mais direta e a famosa – e polêmica – “exibição de arte” em que crianças podiam brincar com homens reais, adultos e nus é a esquerda que diz que Bolsonaro faltou com decoro ao expor o quão sujo é o Carnaval. Eles sequer falam do degenerado ato cometido pelos homens nas imagens, preferem falar que o presidente não deveria tê-lo divulgado.

Ao invés de tratar do problema, a promiscuidade carnavalesca, eles preferem encher o Twitter com piadas sobre golden shower e hashtags pedindo o impeachment do presidente.

Bolsonaro pode não ser o Trump do hemisfério sul, mas a esquerda brasileira é tão ridícula quando o Partido Democrata e seus membros.

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