Antissemitismo na França assusta sobreviventes do Holocausto

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Alguns sobreviventes do Holocausto estão deixando a França e se mudando para Israel.

Os atos antissemitas aumentaram 74% na França em 2018, segundo cifras oficiais, registra o Correio Braziliense.

O judeu Samy Gryn, de 78 anos, um dos poucos sobreviventes da captura de Paris pela Alemanha nazista de Adolf Hitler, acompanha com dor o ressurgimento do antissemitismo no país onde nasceu:

“A situação na França me lembra os anos 1930. Estou realmente preocupado”, disse ele.

Gryn tinha dois anos quando foi capturado com a mãe e a irmã na prisão de milhares de judeus do Velódromo de Inverno, em julho de 1942, pelas autoridades francesas, que seguiam ordens dos alemães.

Os capturados foram deportados para campos de concentração e só algumas dezenas voltaram. Seu pai, de quem não tem lembranças, nem fotografias, morreu na câmara de gás em Auschwitz, na Polônia ocupada.

Gryn mora em Israel há 50 anos. Ele decidiu deixar a França quando chamaram seu filho de “judeu sujo” na escola.

Semanas atrás, após a profanação de mais um cemitério judaico na França, um ministro do governo de Israel pediu para os judeus retornarem ao País, como noticiou a RENOVA.

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