Não é possível afirmar que a morte de Marielle Franco foi encomendada

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Polícia do Rio de Janeiro ainda não saber se o assassinato de Marielle teve algum mandatário.

O delegado Giniton Lages, da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, afirmou que não é possível afirmar ainda se a morte da vereadora psolista Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes foi encomendada.

Em coletiva à imprensa nesta terça-feira (12), Lages afirmou:

“Se ele resolveu da cabeça dele, é uma hipótese. Se recebeu para fazê-lo, é uma hipótese. A polícia não sabe se tem um mandante. A segunda fase está em andamento. Não temos essa resposta hoje.”

O delegado estava se referindo ao PM reformado Ronnie Lessa, uma das pessoas presas no início da manhã de hoje, durante a Operação Lume, acusadas de envolvimento no crime. Também foi detido o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz.

Em conversa com jornalistas, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que está “interessado em saber quem mandou matar” a vereadora.

“Acredito que não existe crime impossível. Coisa rara. Pode investigar, espero que a apuração leve de fato ao mandante”, disse Bolsonaro, como você viu na RENOVA.

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