Aposentada desmente a revista VEJA: “Não sou um robô”

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Aposentada afirma que só passou a interagir no Twitter e em grupos de WhatsApp no ano passado, enquanto se recuperava de uma cirurgia de coração.

A revista VEJA publicou uma reportagem na última sexta-feira, 5 de abril, intitulada “O exército virtual – e camuflado – de Bolsonaro”. No texto, a jornalista Maria Clara Vieira acusa a catarinense Mariângela Pereira de ser um robô atuando na rede social Twitter em benefício do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Em conversa com O Antagonista, a aposentada acusada de ser uma máquina rebateu:

“Eu nunca tive perfil em rede social. Acabei entrando no Twitter no ano passado, enquanto me recuperava da cirurgia. Já fiquei até 3h da madrugada tuitando. Nunca imaginei que isso seria interpretado como comportamento de robô.”

Segunda a matéria da VEJA, citando sistema da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, não resta dúvidas de que Mariângela é um robô:

“Depois de passar incólume por vários ‘exames’ virtuais, na última semana determinou-se que Mariângela é literalmente uma máquina: o nome virtual @mariang69423516 foi classificado como robô pelo Botometer, um detector de bots desenvolvido pela Universidade do Indiana.”

A aposentada diz que espera uma retratação da revista. Mariângela também destacou que ganhou milhares de seguidores desde a publicação da reportagem.

Em uma publicação no Twitter, ela chegou até a imitar o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, exibindo uma foto com calendário.

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