Bolsonaro e Trump debatem ações contra aliados da Venezuela

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O porta-voz do Brasil afirmou que os líderes citaram Cuba como exemplo de nação aliada ao regime de Maduro.

Um dos principais temas da reunião bilateral entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, nesta sexta-feira (28), foi a crise na Venezuela e as maneiras de asfixiar a ditadura de Nicolás Maduro financeiramente.

Segundo o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, os dois líderes chegaram a debater possibilidades de pressão contra países que financiam o regime Maduro e citaram especificamente Cuba como exemplo.

Segundo o site UOL, Rêgo Barros declarou:

“Num conceito mais amplo, que é de se imaginar que, por meio da pressão econômica, nós vamos conseguir viabilizar a democracia na Venezuela, poderá, eventualmente, ser analisada alguma ação para que haja a desidratação do suporte de atores que possam introduzir algum suporte econômico na Venezuela.”

Questionado por jornalistas sobre se foram discutidas possibilidades de sanção à Cuba, o porta-voz respondeu:

“Obviamente que dentro daqueles que são aliados da Venezuela não podemos fugir de identificar Cuba como um dos apoiadores.”

Segundo o porta-voz da Presidência, o governo do Brasil acredita na “necessidade de encontrar uma solução” para a Venezuela.

“E essa necessidade passa, dentre outros aspectos, pelo aspecto econômico, com a desidratação das fontes financeiras da Venezuela”, acrescentou Rêgo Barros.

Bolsonaro e Trump conversaram nesta sexta durante a cúpula do G20, na cidade de Osaka, no Japão. O presidente norte-americano falou sobre uma possível visita ao Brasil num futuro próximo.

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